{"id":11202,"date":"2018-08-28T18:12:00","date_gmt":"2018-08-28T16:12:00","guid":{"rendered":"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/noticias\/el-poder-de-la-educacion-para-promover-la-igualdad-entre-hombres-y-mujeres-parte-2\/"},"modified":"2023-09-19T15:55:08","modified_gmt":"2023-09-19T13:55:08","slug":"poder-da-educacao-promocao-da-igualdade-homens-e-mulheres-parte-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/pt-br\/eduforics\/educacao-inclusiva-e-de-qualidade\/educacao-desenvolvimento-sustentavel\/poder-da-educacao-promocao-da-igualdade-homens-e-mulheres-parte-2\/","title":{"rendered":"O poder da educa\u00e7\u00e3o para a promo\u00e7\u00e3o da igualdade entre homens e mulheres (parte 2)"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"11202\" class=\"elementor elementor-11202 elementor-3688\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-1ce0378 elementor-section-full_width elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"1ce0378\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-ce5300e\" data-id=\"ce5300e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-15d5410 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"15d5410\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n                        <div class=\"subtitulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\"><p><em><strong>Gina Vieira Ponte de Albuquerque.\u00a0<\/strong>Graduada em Letras (Portugu\u00eas-Literatura) pela Universidade Cat\u00f3lica de Bras\u00edlia e mestranda em Lingu\u00edstica pela UnB (Universidade de Bras\u00edlia).\u00a0\u00c9 professora efetiva da Secretaria de Estado de Educa\u00e7\u00e3o do Distrito Federal, desde abril de 1991.\u00a0Autora e executora do <strong>Projeto Mulheres Inspiradoras<\/strong>, vencedor do\u00a0<strong>I Pr\u00eamio Ibero-americano de Educa\u00e7\u00e3o em Direitos Humanos<\/strong>, concedido pela Organiza\u00e7\u00e3o dos Estados Ibero-Americanos, e do <strong>Pr\u00eamio\u00a0WEDO Brazil<\/strong>, promovido pela Women\u2019s Entrepreneurship Day Organizacional Brazil. Entre outras premia\u00e7\u00f5es nacionais, recebeu o\u00a0<strong>4\u00ba Pr\u00eamio Nacional de Educa\u00e7\u00e3o em Direitos Humanos<\/strong>, o\u00a0<strong>8\u00ba Pr\u00eamio Professores do Brasil<\/strong> e o\u00a0<strong>10 Pr\u00eamio Construindo a Igualdade de G\u00eanero<\/strong>.<\/em><\/p><\/div>\n            \n            <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <p>Precisamos de uma educa\u00e7\u00e3o que permita \u00e0s meninas ter sonhos maiores para si mesmas e que oportunize aos meninos questionarem as masculinidades hegem\u00f4nicas. Diante de tudo isso, como a escola pode colaborar para promover uma educa\u00e7\u00e3o que aborde esses temas de forma efetiva? Existem alguns pontos centrais que devem ser considerados.<\/p>\n<p>O primeiro ponto \u00e9 que a escola precisa observar como lida com as quest\u00f5es de desigualdades entre meninos e meninas. \u00c9 preciso que todos os profissionais da educa\u00e7\u00e3o se perguntem: olhamos para as meninas com expectativas menores do que aquelas com as quais olhamos para os meninos? O que a escola faz quando uma menina engravida? Age para que ela se sinta apoiada para dar continuidade aos seus estudos ou acaba alijando-a do espa\u00e7o escolar? Fazemos um trabalho preventivo para que aquela menina n\u00e3o fique estigmatizada? Discutimos a responsabiliza\u00e7\u00e3o dos meninos no caso de gravidez na adolesc\u00eancia? Garantimos aos meninos e \u00e0s meninas a possibilidade de receber orienta\u00e7\u00e3o sexual, incluindo a abordagem sobre\u00a0 DST\u00a0 e gravidez na adolesc\u00eancia, como est\u00e1 determinado nos dispositivos legais? O que fazemos quando as meninas se queixam de ass\u00e9dio sexual praticado contra elas por outros estudantes e professores na escola? Ouvimos o que elas t\u00eam a dizer e fazemos um trabalho preventivo sobre esse tema? Somos capazes de criar projetos pedag\u00f3gicos que apresentem \u00e0s meninas possibilidades identit\u00e1rias, que v\u00e3o al\u00e9m da condi\u00e7\u00e3o de esposa e m\u00e3e? Incentivamos as meninas ao engajamento em atividades que normalmente s\u00e3o mais permitidas aos meninos, como a pr\u00e1tica de esporte e a participa\u00e7\u00e3o em atividades voltadas para a \u00e1rea de exatas?<\/p>\n<p>\u00c9 importante que o Estado e a sociedade apoiem verdadeiramente a educa\u00e7\u00e3o e valorizem e reconhe\u00e7am os profissionais que nela atuam, para que a escola p\u00fablica seja capaz de garantir aos estudantes o direito \u00e0 aprendizagem e a condi\u00e7\u00f5es e metodologias adequadas para o desenvolvimento pleno e a forma\u00e7\u00e3o do pensamento cr\u00edtico. N\u00e3o h\u00e1 mecanismo mais potente, mais efetivo para apoiar e fortalecer as meninas do que a promo\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas e de uma educa\u00e7\u00e3o de qualidade social, que permita \u00e0s meninas e aos meninos a perman\u00eancia e o \u00eaxito no contexto escolar. \u00c9 fato que as desigualdades entre homens e mulheres n\u00e3o ser\u00e3o equacionadas apenas pela escola. H\u00e1 fatores envolvidos que s\u00e3o de ordem cultural, social, pol\u00edtica e econ\u00f4mica. Mas a escola precisa compreender que o seu papel de garantir a entrada, a perman\u00eancia e o \u00eaxito dos estudantes no processo de educa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o central para a\u00a0 promo\u00e7\u00e3o da equidade\u00a0 entre homens e mulheres.<\/p>\n<p>Alinhado ao que est\u00e1 proposto em documentos importantes \u2013 como a <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/Leis\/L9394.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Constitui\u00e7\u00e3o Federal<\/a>, a\u00a0 <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/Leis\/L9394.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lei de Diretrizes e Bases da Educa\u00e7\u00e3o Nacional \u2013 LDB<\/a>, a <a href=\"https:\/\/basenacionalcomum.mec.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Base Nacional Comum Curricular \u2013 BNCC<\/a>, as <a href=\"https:\/\/portal.mec.gov.br\/dmdocuments\/rcp001_12.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Diretrizes Nacionais para a Educa\u00e7\u00e3o em Direitos Humanos<\/a>\u2013, \u00e9 importante destacar que a escola \u00e9 um espa\u00e7o em que os valores plurais precisam ser ensinados. Assim, ao abordar os conte\u00fados de qualquer componente\u00a0 curricular, \u00e9 poss\u00edvel tamb\u00e9m escolher como eixo gerador e estruturante do trabalho pedag\u00f3gico temas voltados \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o da mulher e ao combate \u00e0 cultura do machismo. Desse modo, em lugar de apresentar, por exemplo, a hist\u00f3ria do Brasil como tradicionalmente tem sido apresentada, como uma hist\u00f3ria feita e contada apenas para e pelos homens, \u00e9 poss\u00edvel promover a pesquisa, o debate e a reflex\u00e3o sobre a presen\u00e7a da mulher em diferentes fases da hist\u00f3ria do Brasil e do mundo.<\/p>\n<p>Quando desenvolvemos o <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/projetomulheresinspiradoras\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>Projeto Mulheres Inspiradoras<\/em><\/a>, em 2014, nosso desejo era, a partir do componente curricular L\u00edngua Portuguesa, propor a leitura de obras de autoria feminina (<em>O Di\u00e1rio de Anne Frank<\/em>, de Anne Frank; <em>Eu sou Malala<\/em>, de Malala Yousafzai<em>; Quarto<\/em><em>de Despejo \u2013 Di\u00e1rio de uma Favelada<\/em>, de Carolina Maria de Jesus; <em>N\u00e3o vou mais lavar os pratos,\u00a0 S\u00f3 por hoje vou deixar o meu cabelo em paz<\/em>, e <em>Espelhos Miradouros e Dial\u00e9ticas da Percep\u00e7\u00e3o<\/em>, de autoria de Cristiane Sobral) e o estudo da biografia de grandes mulheres (Anne Frank, Carolina Maria de Jesus, Cora Coralina, Irena Sendler, Malala Yousafzai, Maria da Penha, Nise da Silveira, Rosa Parks e Zilda Arns). A ideia era, a partir das biografias dessas mulheres e de mulheres da nossa comunidade, abrir um espa\u00e7o para conversar com os estudantes sobre a valoriza\u00e7\u00e3o da mulher, o protagonismo feminino, o machismo. \u00c0 medida que trabalh\u00e1vamos com muita leitura e escrita autoral, atribu\u00edamos sentido ao que est\u00e1vamos estudando, justamente por vincular os conte\u00fados com a realidade, com acontecimentos que eram comuns ao universo deles e\u00a0 delas.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso reiventar, ressignificar a escola, e contestar a cultura, as pr\u00e1ticas e as cren\u00e7as cristalizadas nela. Ao longo da hist\u00f3ria da educa\u00e7\u00e3o brasileira, fomos colocados dentro de um modelo educacional excludente, que se orienta pela persegui\u00e7\u00e3o de um padr\u00e3o de \u201cnormalidade\u201d, a partir do qual quem n\u00e3o se encaixa \u00e9 alijado. \u00c9 uma educa\u00e7\u00e3o massificada,\u00a0 na qual os estudantes s\u00e3o submetidos a pr\u00e1ticas muito mais pr\u00f3ximas do condicionamento, da repeti\u00e7\u00e3o, da reprodu\u00e7\u00e3o e do silenciamento do que a pr\u00e1ticas em que, de fato,\u00a0 o que esteja sendo proposto possa ser chamado de educa\u00e7\u00e3o. Para muitos, a concep\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o ficou restrita \u00e0 ideia de \u201ctreinar\u201d, de\u00a0 \u201ccapacitar\u201d os estudantes para serem aprovados em um determinado teste, como o vestibular ou outra avalia\u00e7\u00e3o externa.<\/p>\n<p>Educar \u00e9 um processo muito mais complexo e mais amplo, que passa pela promo\u00e7\u00e3o de um fazer pedag\u00f3gico que conceba o estudante como agente no processo de aprendizagem. \u00c9 fundamental que superemos o modelo educacional vigente que, al\u00e9m do j\u00e1 mencionado, ainda coloca o foco do processo pedag\u00f3gico no professor e no ensino, e n\u00e3o na aprendizagem e no aluno. A aprendizagem, a constru\u00e7\u00e3o do pensamento cr\u00edtico, o desenvolvimento mais pleno dos estudantes,\u00a0 s\u00f3 acontecer\u00e3o com uma escola que seja capaz de ouvir, que reconhe\u00e7a e respeite a identidade e o pertencimento do estudante e que trabalhe com uma proposta de Comunidades de Aprendizagem, adotando metodologias mais ativas e n\u00e3o c\u00f3pias, repeti\u00e7\u00f5es e decoreba. \u00c9 preciso que o professor e a professora atuem em uma perspectiva de \u201cpedagogia engajada\u201d, como prop\u00f5e Bell Hooks, e percebam-se como \u201cintelectuais transformadores\u201d, como sugere Henry Giroux.<\/p>\n<p>Outro aspecto fundamental \u00e9 trazer as novas tecnologias para o espa\u00e7o escolar. No caso do <em>Projeto Mulheres Inspiradoras<\/em>, observar a rela\u00e7\u00e3o dos estudantes com as novas tecnologias foi fundamental para encontrar um caminho metodol\u00f3gico que tornasse o projeto atrativo para as meninas e para os meninos. Insistir em uma educa\u00e7\u00e3o apartada das novas tecnologias \u00e9, como afirmam os pesquisadores da \u00e1rea, oferecer uma educa\u00e7\u00e3o que prepara muito bem os estudantes para um mundo que n\u00e3o existe mais.<\/p>\n<p>\u00c9 fundamental que a escola atue integrada \u00e0s redes de apoio, como os Centros de Refer\u00eancia para Apoio Psicossocial, os Centros de Refer\u00eancia em Assist\u00eancia Social e os Conselhos Tutelares. Todas essas quest\u00f5es, no final das contas, est\u00e3o vinculadas \u00e0 quest\u00e3o da desigualdade entre meninos e meninas. Para que a escola exer\u00e7a bem o seu papel quanto a garantir a perman\u00eancia das meninas na escola, ela precisa ser apoiada.<\/p>\n<p>Precisamos de uma educa\u00e7\u00e3o que permita aos meninos a reflex\u00e3o cr\u00edtica sobre as masculinidades hegem\u00f4nicas e adoecidas, que tamb\u00e9m os t\u00eam prejudicado ao aprision\u00e1-los a essas representa\u00e7\u00f5es sociais do homem como algu\u00e9m violento, agressivo, que resolve os pr\u00f3prios conflitos a partir da for\u00e7a e n\u00e3o do di\u00e1logo, que n\u00e3o consegue lidar com as frustra\u00e7\u00f5es e incorre em atos violentos, quando uma mulher o contraria ou n\u00e3o cede \u00e0 sua abordagem.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 interessante propor a leitura de obras de escritoras e incluir n\u00e3o apenas as obras tradicionais do c\u00e2none, mas tamb\u00e9m obras em que as meninas possam ter acesso a representa\u00e7\u00f5es da mulher que as vincule \u00e0 ideia de mulheres fortes, criativas, inovadoras, part\u00edcipes da hist\u00f3ria, protagonistas da pr\u00f3pria vida, com atua\u00e7\u00e3o em espa\u00e7os p\u00fablicos, de poder e de prest\u00edgio social. Nesse caso, \u00e9 imprescind\u00edvel que essas obras incluam as vozes de mulheres negras e ind\u00edgenas, t\u00e3o silenciadas e inviabilizadas na nossa cultura.<\/p>\n<p>Precisamos de uma educa\u00e7\u00e3o que ajude as nossas meninas a sonhar sonhos maiores para si mesmas, que lhes amplie as perspectivas de vida, que lhes ofere\u00e7am outras possibilidades quanto a ser mulher. \u00c9 preciso lembrar que um mundo bom para as meninas, no final das contas, \u00e9 um mundo melhor para todos n\u00f3s.<\/p>\n<p><a class=\"enlace btn-arrow d-block\" href=\"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/pt-br\/eduforics-pt-br\/poder-da-educacao-promocao-da-igualdade-homens-e-mulheres-parte-1\/\" rel=\"noopener\">Primeira parte deste artigo<\/a><\/p>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d0df676 elementor-widget 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(parte 2) - Eduforics - Observat\u00f3rio da escola na Ibero-Am\u00e9rica (OES)<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"\u00c9 fato que as desigualdades entre homens e mulheres n\u00e3o ser\u00e3o equacionadas apenas pela escola. 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