{"id":19538,"date":"2025-10-02T08:49:32","date_gmt":"2025-10-02T06:49:32","guid":{"rendered":"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/?p=19538"},"modified":"2025-10-27T12:54:36","modified_gmt":"2025-10-27T11:54:36","slug":"pontes-entre-a-autoria-pedagogica-e-a-educacao-popular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/pt-br\/eduforics\/reimaginar-juntos-os-futuros\/pedagogia-e-curriculo\/pontes-entre-a-autoria-pedagogica-e-a-educacao-popular\/","title":{"rendered":"Pontes entre a autoria pedag\u00f3gica e a educa\u00e7\u00e3o popular"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"19538\" class=\"elementor elementor-19538 elementor-19531\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-8d07696 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"8d07696\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-37ba105\" data-id=\"37ba105\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9b3f50b elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"9b3f50b\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n                        <div class=\"subtitulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\"><p>A educa\u00e7\u00e3o popular se beneficia, mais diretamente do que a educa\u00e7\u00e3o formal, da criatividade e das perspectivas culturais compartilhadas no cotidiano das pessoas, e pode superar as limita\u00e7\u00f5es dos padr\u00f5es da educa\u00e7\u00e3o formal em termos de m\u00e9todo e curr\u00edculo. Portanto, a autora argumenta que, no contexto da realidade brasileira, a autoria pedag\u00f3gica \u00e9 uma forma adequada de criar m\u00e9todos de organiza\u00e7\u00e3o e media\u00e7\u00e3o de processos educacionais.<\/p><\/div>\n            \n            <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <p>D\u00favidas tamb\u00e9m s\u00e3o iluminuras. Desde que aprendi que posso assinar minhas palavras, tenho me curvado \u00e0s d\u00favidas, grata pelas pontes que elas me permitem enxergar. A poesia de Manoel de Barros (1916-2014) semeia luz sobre as coisas essenciais \u00e0 humanidade que ele nomeia de desimportantes. Uma d\u00favida, por menorzinha que possa parecer, ainda semeia, com grandeza, luz sobre o que fica na autoria pedag\u00f3gica e na educa\u00e7\u00e3o popular, quando educadores-aprendentes atravessam as fronteiras entre elas.<\/p>\n<p>De outra margem, Emicida canta que \u201cviver \u00e9 partir, voltar e repartir\u201d (2). Por fomentar reflex\u00f5es sobre a urg\u00eancia nos educarmos coletivamente, por meio de pr\u00e1ticas sociais cotidianas do presente, referenciados no passado, esperan\u00e7ando (Freire, 1921-1997), para que tenhamos condi\u00e7\u00f5es de futuro, a can\u00e7\u00e3o se converte num exemplo de autoria pedag\u00f3gica com acesso aberto \u00e0 Educa\u00e7\u00e3o Popular e vice-versa, j\u00e1 que existem pontes entre elas ou, pelo menos, possibilidades de cri\u00e1-las.<\/p>\n<p>A autoria pedag\u00f3gica deve ser compreendida, neste di\u00e1logo, referenciada na realidade brasileira, como uma maneira pr\u00f3pria de criar m\u00e9todos para organizar e mediar processos educativos. Maneira essa, atravessada pela identidade do educador, pelo contexto e pela forma como os sujeitos interagem com o meio e entre si no contexto educativo, seja ele popular ou formal. A educa\u00e7\u00e3o popular se d\u00e1 por meio de organiza\u00e7\u00f5es curriculares tecidas a partir da realidade e para interven\u00e7\u00e3o nela, com modos mais flex\u00edveis do que a educa\u00e7\u00e3o formal. Assim, educa\u00e7\u00e3o popular \u00e9 favorecida de forma mais direta pela criatividade e perspectivas culturais comuns ao cotidiano dos sujeitos, podendo extrapolar limita\u00e7\u00f5es de c\u00e2nones da educa\u00e7\u00e3o formal, em termos de m\u00e9todo e curr\u00edculo. A contribui\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o popular \u00e0 educa\u00e7\u00e3o formal e no sentido de uma dialogicidade que direcione para a reflex\u00e3o cr\u00edtica sobre o fato de a educa\u00e7\u00e3o popular, organicamente prop\u00edcia \u00e0 autoria pedag\u00f3gica, poder fomentar reflex\u00f5es sobre a pr\u00e1xis tamb\u00e9m no contexto de educa\u00e7\u00e3o formal.<\/p>\n<p>A educa\u00e7\u00e3o popular atravessa e \u00e9 atravessada pela autoria art\u00edstica que, sendo dotada de potencial para a educabilidade, torna-se pedag\u00f3gica. Essa educa\u00e7\u00e3o popular, legitimada nas intera\u00e7\u00f5es, \u00e9 nutrida de saberes e culturas diversas, movimentada por corpos diversos. \u00c9 uma educa\u00e7\u00e3o que empodera a classe trabalhadora por meio de processos transformadores.<\/p>\n<p>Nesse sentido, Concei\u00e7\u00e3o Paludo (2011, p. 284) semeia luz sobre o fato de que a educa\u00e7\u00e3o popular \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o pol\u00edtica de \u201cfazer com\u201d e isso d\u00e1 significa\u00e7\u00e3o a um modo de resist\u00eancia e combate \u00e0 opress\u00e3o, exigindo o que ela define como \u201cum p\u00e9 na escola e um p\u00e9 na sociedade\u201d, visto que ainda n\u00e3o foi consolidada na escola formal a vincula\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o com a vida, devido \u00e0 l\u00f3gica do capital.<\/p>\n<p>Assim, Paludo (2011) tamb\u00e9m inspira a reflex\u00e3o sobre a necessidade que seja reconhecida, em todos os espa\u00e7os, a relev\u00e2ncia social do movimento do povo em busca de seus direitos como formador, al\u00e9m dos direitos \u00e0 forma\u00e7\u00e3o. A organiza\u00e7\u00e3o popular e a luta por direitos t\u00eam por ess\u00eancia o engajamento na transforma\u00e7\u00e3o da sociedade, pelas travessias entre a escola e os espa\u00e7os n\u00e3o formais de educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Est\u00e3o expostos no Relat\u00f3rio Global sobre Professores: abordar a escassez de professores e transformar a profiss\u00e3o (UNESCO, 2025, p. 69-70) &#8211; dados do <em>Programme for International Student Assessment, OECD &#8211; <\/em>PISA 2015, indicando a tend\u00eancia a um percentual mais elevado de matr\u00edculas de jovens de pa\u00edses latino-americanos em cursos de forma\u00e7\u00e3o de professores.<\/p>\n<p>Isso acende d\u00favidas. Logo, pode abrir outros di\u00e1logos. N\u00e3o seria esse um indicativo de esfor\u00e7o popular para legitimar a interfer\u00eancia do povo na educa\u00e7\u00e3o formal, como formador? Em caso positivo, isso afetaria a rela\u00e7\u00e3o entre a forma escolar e as realidades populares? A educa\u00e7\u00e3o popular seria reconhecida formalmente como iluminura para educa\u00e7\u00e3o formal a partir da atua\u00e7\u00e3o desses formadores de origem popular? Em caso negativo, por que n\u00e3o?<\/p>\n<p>As comunidades e organiza\u00e7\u00f5es articuladas com movimentos sociais debatem e praticam a educa\u00e7\u00e3o popular, contando com diferentes atores. Os assistentes sociais e educadores populares t\u00eam fun\u00e7\u00e3o estruturante nas din\u00e2micas de mobiliza\u00e7\u00e3o e atendimento das demandas da popula\u00e7\u00e3o, em seus diferentes agrupamentos e modos de organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tais profissionais trabalham junto \u00e0 popula\u00e7\u00e3o e institui\u00e7\u00f5es de regula\u00e7\u00e3o e fomento, para garantir justi\u00e7a social no acolhimento e nas pr\u00e1ticas sociais de atendimento. Em atua\u00e7\u00e3o integrada, visam \u00e0 garantia de acesso \u00e0s pol\u00edticas p\u00fablicas e ao desenvolvimento de processos educativos de cunho emancipat\u00f3rio. Esses processos podem ser organizados em ciclos de diferentes dura\u00e7\u00f5es, em diferentes din\u00e2micas, conforme as condi\u00e7\u00f5es contextuais, com foco no aprimoramento das condi\u00e7\u00f5es de exerc\u00edcio aut\u00f4nomo da cidadania.<\/p>\n<p>Portanto, s\u00e3o profissionais engajados na transforma\u00e7\u00e3o da realidade comunit\u00e1ria. Eles est\u00e3o, em constante processo de an\u00e1lise contextual, conscientiza\u00e7\u00e3o (Freire, 2016) e forma\u00e7\u00e3o, comprometendo-se tamb\u00e9m com posturas generosas e propositivas, no sentido de garantia de escuta e considera\u00e7\u00e3o de saberes populares e dos patrim\u00f4nios culturais, sens\u00edveis e dolorosos que eles conservam. Transformam-se e fomentam transforma\u00e7\u00f5es, por meio de intera\u00e7\u00f5es socioculturais.<\/p>\n<p>Como preconiza Paulo Freire (2007), a educa\u00e7\u00e3o popular \u00e9 substantivamente democr\u00e1tica. Ela integra o ensino dos conte\u00fados ao desvelamento da realidade e vice-versa. Isso porque estimula a presen\u00e7a organizada das classes sociais populares na luta por direitos, para favorecer e estimular a transforma\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica da sociedade, em termos de supera\u00e7\u00e3o das injusti\u00e7as sociais. Portanto, critica a natureza autorit\u00e1ria e exploradora do capitalismo, propondo outros caminhos.<\/p>\n<p>Nessa perspetiva de di\u00e1logo reflexivo e de valoriza\u00e7\u00e3o da diversidade, a cultura se perpetua como dimens\u00e3o hist\u00f3rica e social que impulsiona organicamente a constru\u00e7\u00e3o de pontes entre a autoria pedag\u00f3gica e a educa\u00e7\u00e3o popular, pois movimenta corpos, sensibiliza os sujeitos e os condiciona a desenvolver pr\u00e1ticas te\u00f3ricas contra-hegem\u00f4nicas em diferentes espa\u00e7os, impregnando-os uns dos outros e impregnando-se em e de todos eles.<\/p>\n<p>Marilena Chau\u00ed (1997) n\u00e3o nos deixa esquecer que a palavra cultura tem sua significa\u00e7\u00e3o enraizada no campo sem\u00e2ntico do ato de cultivar: criar, tomar conta, cuidar. Inspirado pelas teoriza\u00e7\u00f5es dela, Jos\u00e9 Maria Tardin (2011, p. 178) refor\u00e7a que \u201ccultura \u00e9 toda cria\u00e7\u00e3o humana resultante das rela\u00e7\u00f5es entre os seres humanos e deles com a natureza que leva ao estabelecimento de modos de vida\u201d por tratar-se \u201cda cria\u00e7\u00e3o e da recria\u00e7\u00e3o que emergem daquelas rela\u00e7\u00f5es em que os humanos, ao transformarem o mundo, simultaneamente transformam a si pr\u00f3prios\u201d (Ibidem.).<\/p>\n<p>A cultura faz-se ponte e tamb\u00e9m desenha outras pontes entre a autoria pedag\u00f3gica e a educa\u00e7\u00e3o popular. Atravessados pelos sentidos das materialidades e imaterialidades de diferentes culturas, os atores dessa educa\u00e7\u00e3o semeiam as suas autorias pedag\u00f3gicas nos processos educativos de que participam. Compartilham entre si, formas pr\u00f3prias de pensar, sentir e agir (n)o e com o mundo (Ribeiro; Dias, 2021), gerando modos autorais de interven\u00e7\u00e3o na realidade, sem desprezar nem os conhecimentos historicamente validados pela academia, nem os saberes e modos populares.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio Bispo dos Santos &#8211; Negos Bispo (2023) menciona que na defesa da justi\u00e7a social, \u00e9 necess\u00e1rio que tenhamos posturas contra-coloniais. A assun\u00e7\u00e3o da autoria pedag\u00f3gica \u00e9 um ato que por si mesmo \u00e9 contra-colonial. Ao tomar consci\u00eancia de que por que atua da forma que atua, o educador popular &#8211; aprendente &#8211; reafirma seu o compromisso de vincular sua atua\u00e7\u00e3o \u00e0 realidade, lendo-as a partir de sua pr\u00f3pria leitura de mundo (Freire, 1989).<\/p>\n<p>Isso conflui com a natureza humana do trabalho com a educa\u00e7\u00e3o popular e \u00e9 algo que a replicabilidade automatizada de modelos padronizados para atendimento das demandas populares nunca deu conta. A equidade, nesse sentido, n\u00e3o foi ainda efetivada nos espa\u00e7os formais de educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na tessitura de suas autorias pedag\u00f3gicas, os sujeitos da educa\u00e7\u00e3o popular, se disp\u00f5em a se valerem de diferentes linguagens para ler e interpretar a realidade, enquanto integram-se a ela. Assim, acessam mem\u00f3rias, reconhecem a validade de suas trajet\u00f3rias para o bem comum e defendem o sonho como direito universal.<\/p>\n<p>Portanto, \u00e9 necess\u00e1rio que as formas de atua\u00e7\u00e3o com a educa\u00e7\u00e3o popular sejam assinadas pelas m\u00e3os que as movimentam e lhes s\u00e3o significa\u00e7\u00e3o, de dentro para fora. Teoria tamb\u00e9m \u00e9 de feitio popular. A educa\u00e7\u00e3o popular \u00e9 campo f\u00e9rtil da sociedade, est\u00e1 preparado para a semeadura de outras pedagogias, por outros sujeitos (Arroyo, 2012). \u00c9 urgente que haja conscientiza\u00e7\u00e3o (Freire, 2016) acerca disso.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: right\"><em><strong>Edin\u00e9ia Alves Cruz<\/strong> \u00e9 doutorando em Lingu\u00edstica (PPGL\/UnB), mestre em Administra\u00e7\u00e3o (Fead MG), especialista em Supervis\u00e3o Escolar (FIJ) e em Educa\u00e7\u00e3o do Campo (UnB), licenciada em Pedagogia (FACTU), Letras &#8211; Portugu\u00eas\/Ingl\u00eas (FCJP) e Artes Visuais (Claretiano). Pesquisadora dos grupos da Universidade de Bras\u00edlia, vinculados ao CNPq: (Socio)Lingu\u00edstica, Letramentos M\u00faltiplos e Educa\u00e7\u00e3o &#8211; Soleduc, Grupo de Pesquisa Educa\u00e7\u00e3o Cr\u00edtica e Autoria Criativa &#8211; Gecria; e Laborat\u00f3rio Interdisciplinar de Educa\u00e7\u00e3o, Cultura &amp; Arte &#8211; Labeca. Professora da SEEDF, atuando como supervisora pedag\u00f3gica da Escola Parque da Natureza de Brazl\u00e2ndia.<\/em><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><strong>Notas<\/strong><\/h2>\n<ol>\n<li>A can\u00e7\u00e3o \u201c\u00c9 tudo pra ontem\u201d \u00e9 de autoria de Leandro Roque De Oliveira (Emicida) \/ Felipe Adorno Vassao \/ Thiago Dos Reis Pereira. Ela faz parte do \u00e1lbum AmarElo: \u00e9 tudo pra ontem, lan\u00e7ado pela Laborat\u00f3rio Fantasma Produ\u00e7\u00f5es Ltda, em 2019.<\/li>\n<\/ol>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/h2>\n<ul>\n<li>ARROYO, Miguel G. (2012). <em>Outros Sujeitos, Outras Pedagogias Petr\u00f3polis,<\/em> RJ: Vozes.<\/li>\n<li>CHAU\u00cd, Marilena (1997). <em>Convite \u00e0 filosofia<\/em>. 9. ed. S\u00e3o Paulo: \u00c1tica.<\/li>\n<li>FREIRE, Paulo (2007). Pol\u00edtica e educa\u00e7\u00e3o. 8. ed. S\u00e3o Paulo: Villa de las Letras.<\/li>\n<li>FREIRE, Paulo (2016). <em>Conscientiza\u00e7\u00e3o.<\/em> Traducci\u00f3n de Tiago Leme. S\u00e3o Paulo: Cortez.<\/li>\n<li>FREIRE, Paulo (1989). <em>A import\u00e2ncia do ato de ler: em tr\u00eas artigos que se completam<\/em>. Colecci\u00f3n <em>Pol\u00eamicas do nosso tempo<\/em>, vol. 4. S\u00e3o Paulo: Cortez.<\/li>\n<li>PALUDO, Concei\u00e7\u00e3o (2011). <em>Educa\u00e7\u00e3o Popular.<\/em> In: CALDART, Roseli Salete et al. (Org.) Dicion\u00e1rio da Educa\u00e7\u00e3o do Campo. Rio de Janeiro: IESJV, Fiocruz, Express\u00e3o Popular.<\/li>\n<li>RIBEIRO, Djonatan Kaic; DIAS, Juliana de Freitas (2021). <em>Comunidades de mudan\u00e7as: abra\u00e7ando mudan\u00e7as de sentir, pensar e agir em pesquisa social cr\u00edtica.<\/em> In: DIAS, Juliana de Freitas (Org.). No espelho da linguagem: di\u00e1logos criativos e afetivos para o futuro.<\/li>\n<li>SANTOS, Ant\u00f4nio Bispo dos (2023). <em>A terra d\u00e1, a terra quer<\/em>. S\u00e3o Paulo: Ubu Editora\/Piseagrama.<\/li>\n<li>TARDIN, Jos\u00e9 Maria (2011). <em>Educa\u00e7\u00e3o Popular.<\/em> In: CALDART, Roseli Salete et al. (Org.) Dicion\u00e1rio da Educa\u00e7\u00e3o do Campo. Rio de Janeiro: IESJV, Fiocruz, Express\u00e3o Popular.<\/li>\n<li>UNESCO (2025). Relat\u00f3rio Global sobre Professores Abordar a escassez de professores e transformar a profiss\u00e3o. Madrid: Fundaci\u00f3n SM. Dispon\u00edvel <a href=\"https:\/\/teachertaskforce.org\/sites\/default\/files\/2025-04\/393261por.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">neste link.<\/a><\/li>\n<\/ul>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9e8627e elementor-widget elementor-widget-bloque-blog-2\" data-id=\"9e8627e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-blog-2.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\n\n<!-- Bloque Blog -->\n<div class=\"container\">\n    <div class=\"row titulo-con-enlace\">\n        <div class=\"col-12\">\n            <h2 class=\"titulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">Postagens relacionadas<\/h2>                        <a href=\"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/eduforics\/\" data-aos=\"fade-right\" data-aos-duration=\"700\" class=\"enlace btn-arrow\" 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