{"id":19746,"date":"2025-07-14T08:17:07","date_gmt":"2025-07-14T06:17:07","guid":{"rendered":"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/?p=19746"},"modified":"2025-11-25T21:40:23","modified_gmt":"2025-11-25T20:40:23","slug":"a-educacao-como-resistencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/pt-br\/eduforics\/reimaginar-juntos-os-futuros\/escolas-que-cuidam\/a-educacao-como-resistencia\/","title":{"rendered":"A educa\u00e7\u00e3o como resist\u00eancia"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"19746\" class=\"elementor elementor-19746 elementor-18310\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0caa5ad elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0caa5ad\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-9e53609\" data-id=\"9e53609\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a59c057 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"a59c057\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n                        <div class=\"subtitulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\"><p>A autora deste artigo trabalha pela defesa do direito \u00e0 educa\u00e7\u00e3o nas comunidades ind\u00edgenas, especialmente, com meninas. Defende uma educa\u00e7\u00e3o emancipadora, que interprete criticamente a realidade para imaginar e desenvolver estrat\u00e9gias de transforma\u00e7\u00e3o social que melhorem a vida das pessoas em contextos especialmente vulner\u00e1veis. O artigo recolhe um resumo de sua apresenta\u00e7\u00e3o no SIEI 2025, organizado pela Funda\u00e7\u00e3o SM.<\/p><\/div>\n            \n            <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <p>Desejo compartilhar com voc\u00eas como uma menina, faz mais de 30 anos, nasceu na circunst\u00e2ncia mais adversa, em um contexto e em um pa\u00eds onde j\u00e1 lhe haviam gritado qual era sua hist\u00f3ria, onde tinha que repetir exatamente a hist\u00f3ria da sua m\u00e3e, da sua av\u00f3, da sua irm\u00e3, porque seu delito foi haver nascido mulher, foi haver nascido ind\u00edgena. Era a pobre deste pa\u00eds, a ind\u00edgena. At\u00e9 que tive o uso de consci\u00eancia, comecei a construir meu pr\u00f3prio conceito, minha pr\u00f3pria narrativa, mas sempre escutei que me nomearam assunto ind\u00edgena, tema ind\u00edgena, problema ind\u00edgena ou grupos vulner\u00e1veis. E eu pensava que assim era.<\/p>\n<p>Venho de uma comunidade de Oaxaca que se chama Quiegolani, na serra, onde, h\u00e1 mais de trinta anos, n\u00e3o havia luz, nem autopista, nem hospital, nem escola. Minha \u00fanica possibilidade era uma coisa que lhe chamavam \u201cprimaria\u201d, que era uma salinha com ch\u00e3o de terra; em lugar de escrivaninhas, umas t\u00e1buas. Minha possibilidade mais real e dura era repetir a hist\u00f3ria da minha m\u00e3e e da minha irm\u00e3. Minha m\u00e3e nunca teve a oportunidade de ir \u00e0 escola, n\u00e3o sabia ler nem escrever e a sociedade lhe dizia \u201c\u00e9 que \u00e9 o costume\u201d, \u201cuso e costume\u201d. Pai tampouco teve a oportunidade de ir \u00e0 escola. M\u00e3e teve dez filhos. A mulher que mais admiro hoje \u00e9 Claudia, minha irm\u00e3 mais velha. Meu pai a casou aos 12 anos; aos 13 j\u00e1 era m\u00e3e; aos 31, j\u00e1 era m\u00e3e de 9 filhos. Este pa\u00eds e esta sociedade a nomeou \u201cuso e costume\u201d, \u201c\u00e9 o que te toca\u201d, \u201c\u00e9 que \u00e9 assim\u201d, \u201c\u00e9 que assim tem sido\u201d. E eu pensava que sim.<\/p>\n<p>N\u00e3o pretendo incidir na vida de ningu\u00e9m. Desejo contar-lhes a hist\u00f3ria desta menina que um dia entendeu que ningu\u00e9m vai mudar sua hist\u00f3ria, mas cabia a ela e para isso tinha que romper com tudo. Eu tive que \u201carrebentar\u201d tudo, porque nasci com o \u201cn\u00e3o o fa\u00e7as\u201d, \u201cn\u00e3o o intentes\u201d, \u201cest\u00e1s louca\u201d, \u201ccomo acreditas?\u201d, \u201cisso n\u00e3o te cabe\u201d. Um dia descobri meu sim, que mere\u00e7o meu sim, apesar da adversidade, apesar da dor. Isso o descobri com o poder da palavra que se chama educa\u00e7\u00e3o, educa\u00e7\u00e3o que tive que arrebentar \u00e0 adversidade, porque este pa\u00eds n\u00e3o me presenteou-a. Este pa\u00eds me falou: \u201cn\u00e3o\u201d. Por isso, caminho, luto e falo; a ferramenta mais bela para um ser humano se chama educa\u00e7\u00e3o e o poder da palavra. Vai al\u00e9m de somar e de multiplicar. Cada uma das meninas e cada um dos meninos saibam que h\u00e1 outras cores e outros aromas.<\/p>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1fc813e elementor-widget elementor-widget-bloque-cita\" data-id=\"1fc813e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-cita.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Cita   -->\n<section class=\"bloque bloque-quotes \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row row-cols-auto justify-content-start\">\n            <div class=\"col\">\n                <figure data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">\n                    <blockquote class=\"blockquote\">\n                                                <q class=\"subtitulos\">\"A ferramenta mais bela para um ser humano \u00e9 o poder da palavra, e se chama educa\u00e7\u00e3o\"<\/q>\n                    <\/blockquote>\n                                            <figcaption class=\"blockquote-footer\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"300\" data-aos-duration=\"700\">\n                        Eufrosina Cruz.\n                    <\/figcaption>\n                                    <\/figure>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-bf3ae67 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"bf3ae67\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n            \n            <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <p>Quem me inspirou e me levo a conhecer a palavra <em>sonhos<\/em> foi um professor, meu professor Joaquim. Sem ele, eu n\u00e3o estaria aqui. Por isso, acompanha-me este livro <em>Os sonhos da menina da montanha<\/em>, que \u00e9 uma homenagem \u00e0s professoras e aos professores do meu pa\u00eds. Meu professor Joaquim me deu o poder da palavra. Este professor tinha que caminhar mais de 12 horas para chegar a um povoado que nem sequer este pa\u00eds conhecia, h\u00e1 mais de trinta anos, quanto era seu amor! Ser professora e ser professor \u00e9 como um apostolado, porque constr\u00f3i cidadania, constr\u00f3i liberdade. N\u00e3o fazem ideia do que significa para mim as palavras professora e professor.<\/p>\n<p>O primeiro ato de rebeldia que meu professor Joaquim me ensinou foi come\u00e7ar a questionar, primeiro, a partir de pequenas a\u00e7\u00f5es. O poder da palavra lhe ensina a questionar isso que havia normalizado, come\u00e7a a dizer: \u201cpor que tenho que servir aos meus irm\u00e3os?\u201d, por que n\u00e3o posso ir ao campo de futebol do povo?\u201d, \u201cpor que n\u00e3o posso jogar bolinhas de gude?\u201d. As respostas eram: \u201c\u00e9 que \u00e9s mulher\u201d, \u201c\u00e9 que \u00e9 o costume\u201d. Assim, na escola, meu professor, aos meus oito anos, ensinou a gritar, a rir, a tapar meus ouvidos e a escutar outros sons. Eu aprendi esta l\u00edngua com a que hoje me comunico com voc\u00eas j\u00e1 grande. Minha l\u00edngua materna \u00e9 o <em>zapoteco<\/em>. Hoje, tamb\u00e9m lhe grito a este pa\u00eds para que reaprenda a nomear meu idioma, porque eu n\u00e3o falo um dialeto; \u00e9 o idioma <em>zapoteco<\/em>. Meu professor me ensinou que o que n\u00e3o se nomeia corretamente n\u00e3o se ama, n\u00e3o se defende, n\u00e3o se empodera e muito menos se respeita.<\/p>\n<p>Questionei aquilo que havia normalizado, pois em uma comunidade n\u00e3o lhe ensinam a ser menina, sen\u00e3o a ser mulher: lhe ensinam a fazer <em>tortillas<\/em> (p\u00e3o), como servir, como preparar o <em>nixtamal<\/em> (processo de cozimento e macera\u00e7\u00e3o do milho). Meu professor me ensinou essas pequenas a\u00f5es; me preparou para ganhar-lhe \u00e0 adversidade. Aprendi que n\u00f3s, os adultos, somos quem geramos estere\u00f3tipos e classes sociais.<\/p>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-95b25d6 elementor-widget elementor-widget-bloque-cita\" data-id=\"95b25d6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-cita.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Cita   -->\n<section class=\"bloque bloque-quotes \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row row-cols-auto justify-content-start\">\n            <div class=\"col\">\n                <figure data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">\n                    <blockquote class=\"blockquote\">\n                                                <q class=\"subtitulos\">\u201cMeu professor me preparou para ganhar-lhe \u00e0 adversidade\u201d<\/q>\n                    <\/blockquote>\n                                            <figcaption class=\"blockquote-footer\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"300\" data-aos-duration=\"700\">\n                        Eufrosina Cruz.\n                    <\/figcaption>\n                                    <\/figure>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4c4c62f elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"4c4c62f\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n            \n            <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <p>Mas, como se luta quando a todo o tempo voc\u00ea escuta n\u00e3o, quando n\u00e3o lhe corresponde, quando sua hist\u00f3ria j\u00e1 est\u00e1 escrita, quando voc\u00ea sabe que ao terminar a \u201cprim\u00e1ria\u201d (1\u00ba ao 6\u00ba ano) j\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 op\u00e7\u00e3o? Eu n\u00e3o conhecia que era a \u201csecund\u00e1ria\u201d (7\u00ba ao 9\u00ba ano), o Ensino M\u00e9dio e\u00a0 nem a universidade. Minha \u00fanica possibilidade era o quarto de meu professor cheio de desenhos, a mans\u00e3o mais grande para mim. Imaginem como uma imagem pode denotar isso que se chama sonho e aspira\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, o segundo ato que confere o poder da palavra \u00e9 revelar-se. Como se aciona para chegar a esse caminho quando a resposta de seu ambiente \u00e9 n\u00e3o; quando se sabe que a hist\u00f3ria da sua irm\u00e3 ou da sua amiga j\u00e1 foi escrita. Quando se sabe que a pediram aos 12 ou 13 anos e todos o justificam em nome do uso e costume. Essa era minha hist\u00f3ria. Todas as da minha idade, na minha comunidade, s\u00e3o av\u00f3s. Eu, Eufrosina Cruz, de 46 anos, sou orgulhosamente m\u00e3e de Diego, um menino de 11 anos, mas porque eu o decidi. Quem \u00e9 a sociedade para dizer que \u00e9 o costume? Quem \u00e9 a sociedade para dizer se quero ser m\u00e3e ou n\u00e3o? Isso \u00e9 o poder da palavra, professoras e professores. Isso \u00e9 o grande desafio de como fazer que uma menina, como eu, construa sua pr\u00f3pria narrativa com o poder da palavra. Por meio de voc\u00eas; n\u00e3o h\u00e1 ferramenta, nem pol\u00edtica, nem governo, s\u00f3 o poder da palavra. Rompe tudo: rompeu meus pr\u00f3prios medos, meus paradigmas; ensinou-me a sonhar, a ver que eu tenho direito de mim.<\/p>\n<p>Quando sa\u00ed do meu ambiente, da minha montanha, aos meus 12 anos, n\u00e3o foi para esquecer de onde sou, porque me sinto muito orgulhosa de ser mulher ind\u00edgena. Tenho uma identidade, todos somos diferentes e o que buscamos \u00e9 isso que se chama igualdade de circunst\u00e2ncia. Pai n\u00e3o sabia ler nem escrever, e, apesar da dor, no dia que sa\u00ed, caminhou comigo. N\u00e3o conhecia o que era um \u00f4nibus, mas se arriscou e subiu, e chegamos juntos a isso que se chama cidade. Aos meus 12 anos, eu n\u00e3o entendia por que essa \u201colhar\u201d nos doia e incomodava. Depois, com o poder da palavra que fui adquirindo, entendi que o que vivi com meu pai, aos meus 12 anos, chama-se exclus\u00e3o e discrimina\u00e7\u00e3o, e doi muito. Tamb\u00e9m adverti com o poder da palavra que quem nos viu de maneira diferente, nesse momento, foram os ignorantes. Essa \u00e9 a certeza que lhe d\u00e1 o poder da palavra. Como se sobrevive em um ambiente e um idioma que n\u00e3o s\u00e3o os seus? Em um n\u00e3o autom\u00e1tico? Como se sobrevive em uma sociedade que assegura que sua m\u00e1xima aspira\u00e7\u00e3o \u00e9 ser a bab\u00e1 ou a trabalhadora do lar? E n\u00e3o \u00e9 ruim ser trabalhadora do lar, sempre e quando voc\u00ea o decida, e n\u00e3o a sua origem. Por isso, hoje, tamb\u00e9m grito que a origem de uma menina n\u00e3o pode seguir escrevendo sua hist\u00f3ria nem seus sonhos, sen\u00e3o que a origem esteja em seus sonhos, por mais adversa que seja essa circunst\u00e2ncia. Convido-lhes a dizer \u00e0s crian\u00e7as que, ainda que o caminho seja muito dif\u00edcil, o podem alcan\u00e7ar; o n\u00e3o j\u00e1 o v\u00e3o ter.<\/p>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-541e71e elementor-widget elementor-widget-bloque-cita\" data-id=\"541e71e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-cita.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Cita   -->\n<section class=\"bloque bloque-quotes \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row row-cols-auto justify-content-start\">\n            <div class=\"col\">\n                <figure data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">\n                    <blockquote class=\"blockquote\">\n                                                <q class=\"subtitulos\">\"A origem de uma menina n\u00e3o pode seguir escrevendo sua hist\u00f3ria nem seus sonhos\"<\/q>\n                    <\/blockquote>\n                                            <figcaption class=\"blockquote-footer\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"300\" data-aos-duration=\"700\">\n                        Eufrosina Cruz.\n                    <\/figcaption>\n                                    <\/figure>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b151922 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"b151922\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n            \n            <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <p>Em cada a\u00e7\u00e3o da minha vida, meu professor Joaquim estava presente. \u201cVoc\u00ea pode ganhar a partida\u201d, dizia. Os meninos e as meninas n\u00e3o requerem mais que essas palavras. Descobri que havia algo chamado \u201csecund\u00e1ria\u201d e Ensino M\u00e9dio, e falei para mim mesma \u201cquero ir\u201d. Como? Pois trabalhando e estudando. Meu sonho era comprar um livro, subir em um \u00f4nibus, comer uma torta; nunca pude faz\u00ea-lo. Nessa adversidade, tem que estar uma palavra de voc\u00eas. A adversidade \u00e9 como um v\u00edcio, se sobrevive um dia por vez. Nessa adversidade, diz-se \u201ctem raz\u00e3o esta sociedade, tem raz\u00e3o pai, tem raz\u00e3o meu povo: isto n\u00e3o me cabe\u201d. Nessa adversidade, hoje grito aos meninos e \u00e0s meninas que at\u00e9 a dor e a fome passam. Os sonhos n\u00e3o caminham por arte de magia.<\/p>\n<p>Arrebatar n\u00e3o \u00e9 um termo de soberba; \u00e9 ocupar o que nos cabe, nem mais nem menos. Isso temos que dizer \u00e0s meninas e aos meninos, que arrebatem \u00e0 vida o que lhes corresponde. Todo o tempo me disseram que n\u00e3o podia terminar a \u201csecund\u00e1ria\u201d e a terminei; disseram-me que n\u00e3o podia terminar o Ensino M\u00e9dio, e o fiz. Queria ser doutora e, hoje, sou contabilista p\u00fablica.<\/p>\n<p>Descobri um programa que se chamava Conafe, assim que, aos 17 anos, converti-me em professora de uma comunidade pequena. Neste tempo, percebi de quanto poder tem a professora para incidir na narrativa das viol\u00eancias, para visibilizar que n\u00e3o \u00e9 normal que n\u00e3o se nomeiem nem se reconhe\u00e7am esse trabalho invisibilizado do lar, onde todos s\u00e3o respons\u00e1veis.<\/p>\n<p>Eu n\u00e3o acredito nos subs\u00eddios, acredito na corresponsabilidade do ser humano, porque, quando lhe d\u00e3o as coisas, voc\u00ea n\u00e3o reclama. Mas que est\u00e1 fazendo para modificar isso que n\u00e3o gosta. Minha responsabilidade foi mudar minha hist\u00f3ria, talvez a hist\u00f3ria da minha fam\u00edlia, mas n\u00e3o o restante. Se minha vida e meu exemplo servem para que outros o fa\u00e7am, ser\u00e1 \u00f3timo, mas a cada um lhe cabe caminhar para construir seus sonhos, chor\u00e1-los, reclam\u00e1-los, arrebat\u00e1-los.<\/p>\n<p>Dei um ano de servi\u00e7o na comunidade de Magdalena Yautepec; isso me deu comida e tr\u00eas anos de bolsa de estudos que me permitiram ir \u00e0 Cidade Universit\u00e1ria de Guayaquil, em Oaxaca. Cheguei para estudar Medicina, mas n\u00e3o consegui. Minha segunda op\u00e7\u00e3o era ser advogada, tamb\u00e9m n\u00e3o consegui. Ent\u00e3o vi a Contabilidade e consegui entrar. Entrei na faculdade de Contabilidade p\u00fablica; graduei-me e gra\u00e7as a essa profiss\u00e3o aprendi que 1+1 sim \u00e9 dois, mas tamb\u00e9m s\u00e3o direitos e obriga\u00e7\u00f5es. N\u00e3o s\u00f3 \u00e9 exigir, sen\u00e3o advertir o que eu estou fazendo para modificar isso que me haviam dito que era a minha hist\u00f3ria e come\u00e7ar a questionar. Sou assunto ind\u00edgena, sou um expediente, sou um tema, sou grupo vulner\u00e1vel? N\u00e3o, sou pessoa. N\u00e3o sou um expediente, sou rosto. A mesma palavra lhe est\u00e1 vitimizando. O que se tornou vulner\u00e1vel s\u00e3o minhas possibilidades e minhas oportunidades que \u00e9 muito distinto. Isso \u00e9 o desafio de ser professora e professor.<\/p>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-dc66c60 elementor-widget elementor-widget-bloque-cita\" data-id=\"dc66c60\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-cita.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Cita   -->\n<section class=\"bloque bloque-quotes \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row row-cols-auto justify-content-start\">\n            <div class=\"col\">\n                <figure data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">\n                    <blockquote class=\"blockquote\">\n                                                <q class=\"subtitulos\">\u201cN\u00e3o sou ind\u00edgena, nem expediente, nem grupo vulner\u00e1vel. Sou pessoa. Sou rosto\u201d <\/q>\n                    <\/blockquote>\n                                            <figcaption class=\"blockquote-footer\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"300\" data-aos-duration=\"700\">\n                        Eufrosina Cruz.\n                    <\/figcaption>\n                                    <\/figure>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7cf8f7d elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"7cf8f7d\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n            \n            <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <p>Nesse espa\u00e7o de adversidade, sempre estava a figura do meu professor, com a que recordava que meu sonho, aos oito anos, era um dia poder dormir em uma cama, como meu professor o fazia, e n\u00e3o em um <em>petate<\/em> (tapete). Na adversidade, tamb\u00e9m, tomam-se as melhores decis\u00f5es. Se eu voltava ao meu povo, que era o mais f\u00e1cil, j\u00e1 sabia qual seria minha hist\u00f3ria; seguramente me tornaria na esposa de um homem que nem sequer conhecia e a sociedade o justificaria por uso e costume.<\/p>\n<p>Hoje, grito a este pa\u00eds que isso n\u00e3o \u00e9 uso nem costume; isso se chama viol\u00eancia e abuso sexual. N\u00e3o h\u00e1 maneira de justificar que uma menina se case aos 12 anos. O \u00fanico uso e costume que eu, Eufrosina, amo e defendo \u00e9 minha festa, minha mordomia, minha l\u00edngua, meu <em>huipil<\/em> (t\u00fanica), mas n\u00e3o o abuso ao corpo de uma menina. Por isso, hoje, caminho este pa\u00eds para construir minha hist\u00f3ria. Gra\u00e7as ao poder da palavra, ao meu professor Joaquim que me ensinou que n\u00e3o sou \u201cgrupos vulner\u00e1veis\u201d, nem v\u00edtima; sou possibilidade e tenho direito a construir minha pr\u00f3pria hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Assim, terminei minha faculdade; sou contadora p\u00fablica; tenho um mestrado em Ci\u00eancia Pol\u00edtica e, hoje, estou estudando minha segunda gradua\u00e7\u00e3o na UNAM (Universidad Nacional Aut\u00f3noma de M\u00e9xico), porque quero ser advogada. Cada degrau do poder da palavra vai lhe empoderando, rompe seus medos. H\u00e1 15 anos, este pa\u00eds n\u00e3o nomeava \u00e0s mulheres ind\u00edgenas. Na Constitui\u00e7\u00e3o do meu pa\u00eds, n\u00e3o existia a palavra mulher e a justificativa era o costume, direito consuetudin\u00e1rio, uma lei n\u00e3o escrita, a livre autodetermina\u00e7\u00e3o. O que \u00e9 a livre autodetermina\u00e7\u00e3o? Onde n\u00e3o estamos as mulheres. Isso se chama viol\u00eancia. Hoje, grito-o. Tornei-me a louca do meu povo. Mas esse \u00e9 o custo de romper paradigmas, de assumir sua responsabilidade. Hoje, agrade\u00e7o esta possibilidade, porque essa menina que um dia se atreveu a arrebatar seus sonhos nunca imaginou ter mudado a Constitui\u00e7\u00e3o de seu pa\u00eds, de seu estado, de ter estado na m\u00e1xima tribuna do mundo nas Na\u00e7\u00f5es Unidas, sem falar ingl\u00eas (e n\u00e3o, n\u00e3o o falo ainda). Hoje, grito para as meninas que o idioma n\u00e3o \u00e9 uma limitante para chegar a seus sonhos, porque, nesse dia, o mundo me escutou e aprovou minha iniciativa. Em 2023, essa menina alcan\u00e7ou que seu pa\u00eds nomeasse, modificasse e sancionasse os matrim\u00f4nios infantis ou equipar\u00e1veis como o que \u00e9: um delito.<\/p>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-727551a elementor-widget elementor-widget-bloque-cita\" data-id=\"727551a\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-cita.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Cita   -->\n<section class=\"bloque bloque-quotes \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row row-cols-auto justify-content-start\">\n            <div class=\"col\">\n                <figure data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">\n                    <blockquote class=\"blockquote\">\n                                                <q class=\"subtitulos\">\u201cCada degrau do poder da palavra te vai empoderando, rompe teus medos\u201d <\/q>\n                    <\/blockquote>\n                                            <figcaption class=\"blockquote-footer\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"300\" data-aos-duration=\"700\">\n                        Eufrosina Cruz.\n                    <\/figcaption>\n                                    <\/figure>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d784a9b elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"d784a9b\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n            \n            <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <p>Recordo do meu sonho de comprar um livro, agora eu tenho um com a minha pr\u00f3pria hist\u00f3ria em minhas m\u00e3os, com o qual tive a oportunidade de percorrer este pa\u00eds; j\u00e1 vou pela 12\u00aa reimpress\u00e3o. Tamb\u00e9m tenho minha pr\u00f3pria Funda\u00e7\u00e3o Eufrosina Cruz, para que nunca mais uma menina chore sob uma coberta porque sua hist\u00f3ria j\u00e1 est\u00e1 escrita. Termino com um par\u00e1grafo do livro:<\/p>\n<ul>\n<li>Um cheiro bonito. Esse era meu mundo, mas chegava ao mundo do meu professor e cheirava bonito. N\u00e3o sabia que era, poque me dava medo tocar, mas cheirava bonito. E me perguntava como lhe fazia para comprar essas coisas, porque em meu mundo n\u00e3o havia desodorante, ningu\u00e9m o usava. Eram outras possibilidades. Quando teu mundo tem sido adverso, o poder da mente te permite construir tuas pr\u00f3prias possibilidades. Descobri que o professor se colocava algo na m\u00e3o ou na cabe\u00e7a e cheirava bonito. Como lhe fazia, porque na minha cada n\u00e3o havia nada disso. E o professor se banha todos os dias e voc\u00ea n\u00e3o. E come\u00e7as a aspirar a isso que v\u00eas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Convido-lhes que falem \u00e0s meninas e aos meninos que merecem um cheiro bonito sem negar sua identidade.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: right\"><em><strong>Eufrosina Cruz<\/strong> \u00e9 pol\u00edtica e ativista mexicana.<\/em><\/p>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9c69086 elementor-widget elementor-widget-bloque-blog-2\" data-id=\"9c69086\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-blog-2.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\n\n<!-- Bloque Blog -->\n<div class=\"container\">\n    <div class=\"row titulo-con-enlace\">\n        <div class=\"col-12\">\n            <h2 class=\"titulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">Postagens relacionadas<\/h2>                        <a 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