{"id":20067,"date":"2026-01-22T17:31:59","date_gmt":"2026-01-22T16:31:59","guid":{"rendered":"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/?p=20067"},"modified":"2026-01-22T17:34:09","modified_gmt":"2026-01-22T16:34:09","slug":"racismo-sociedade-e-educacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/pt-br\/eduforics\/reimaginar-juntos-os-futuros\/chaves-para-reflexao\/racismo-sociedade-e-educacao\/","title":{"rendered":"Racismo, sociedade e educa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"20067\" class=\"elementor elementor-20067\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-4f3fa2b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"4f3fa2b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-7909b54\" data-id=\"7909b54\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e781d24 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"e781d24\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n                        <div class=\"subtitulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\"><p>Existe uma certa pedagogia dentro das estruturas sociais que naturaliza a subjuga\u00e7\u00e3o de pessoas com base na cor da pele e na origem \u00e9tnica; em outras palavras, somos ensinados diariamente a reproduzir atitudes racistas e sexistas. O autor argumenta que denunciar essa realidade cultural \u00e9 um imperativo educacional e que um processo de forma\u00e7\u00e3o social explicitamente antirracista, antimachista e desnorteado \u00e9 necess\u00e1rio para superar esse grave problema.<\/p><\/div>\n            \n            <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <p>Iniciemos nossa reflex\u00e3o com o aux\u00edlio de uma forte filopo\u00e9tica:<\/p>\n<ul>\n<li><em>O que \u00e9 petrificante na experi\u00eancia de deporta\u00e7\u00e3o dos africanos para as Am\u00e9ricas \u00e9, sem d\u00favida, o desconhecido, enfrentado sem preparo ou desafio. A primeira escurid\u00e3o foi ser arrancado do pa\u00eds cotidiano, dos deuses protetores, da comunidade defensora. Mas isso ainda n\u00e3o \u00e9 nada. O ex\u00edlio \u00e9 suport\u00e1vel, mesmo quando ele fulmina. A segunda noite foi a da tortura, a da degenera\u00e7\u00e3o do ser, vinda de tantos e impens\u00e1veis supl\u00edcios. Imagine duzentas pessoas socadas em um espa\u00e7o onde mal caberia um ter\u00e7o delas. Imagine o v\u00f4mito, a carne viva, os piolhos em profus\u00e3o, os mortos ca\u00eddos, os agonizantes apodrecidos. Imagine, se for capaz, a embriaguez vermelha das subidas na ponte, a rampa para subir, o sol negro no horizonte, a vertigem, o clar\u00e3o do c\u00e9u chapado sobre as ondas. Vinte, trinta milh\u00f5es, deportados por dois s\u00e9culos e mais. A usura, mais duradoura do que um apocalipse. Mas isso ainda n\u00e3o \u00e9 nada (Glissant, 2021, p. 29-31).<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p>Que duro refr\u00e3o: \u201cMas isso ainda n\u00e3o \u00e9 nada\u201d!<\/p>\n<p>Em 7 de setembro de 1822, com o mito do Grito da Independ\u00eancia \u00e0s margens do Rio Ipiranga, aconteceu o fim do colonialismo brasileiro. Mas isso ainda n\u00e3o \u00e9 nada. O colonialismo acabou, mas a colonialidade n\u00e3o. O que \u00e9 colonialidade? \u00c9 a perman\u00eancia da mentalidade colonial em nosso meio, em nossas estruturas pol\u00edticas, educacionais, econ\u00f4micas, culturais, em nossas rela\u00e7\u00f5es variadas, dentro de n\u00f3s. A colonialidade \u00e9 uma \u201cmatriz trans-hist\u00f3rica\u201d que segue reproduzindo o colonialismo, s\u00e3o as correntes que o colonizador deixou presas em n\u00f3s mesmo depois que ele foi embora.<\/p>\n<p>Nesse sentido, todo o duro processo de coloniza\u00e7\u00e3o pelo qual nossos ancestrais passaram deixou profundas marcas no processo de forma\u00e7\u00e3o cultural do povo brasileiro. O racismo \u00e9 uma das mais cru\u00e9is dessas marcas de colonialidade cultural que carregamos, uma marca ainda muito viva e atuante. N\u00e3o nos esque\u00e7amos: mesmo depois que o Brasil deixou de ser col\u00f4nia, ele n\u00e3o deixou de ser violentado pela sombra colonizadora. Mudou a forma, mas n\u00e3o mudou o esp\u00edrito (Mart\u00ed, 2007). Prova simples e direta disso \u00e9 que a base de nossa economia continuou baseada na escraviza\u00e7\u00e3o. Oficialmente, a col\u00f4nia virou imp\u00e9rio, mas, no seu litoral, n\u00e3o pararam de chegar os chamados \u201cnavios negreiros\u201d at\u00e9 os in\u00edcios da d\u00e9cada de 1850, e a aboli\u00e7\u00e3o oficial da escravatura s\u00f3 foi acontecer, no ocaso do imp\u00e9rio, em 1888. Mas isso tamb\u00e9m ainda n\u00e3o \u00e9 nada. A proibi\u00e7\u00e3o oficial da escravatura, at\u00e9 hoje, n\u00e3o deu conta de impedir a persist\u00eancia de processos de escraviza\u00e7\u00e3o ou an\u00e1logos. Como dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade: \u201cas leis n\u00e3o bastam; os l\u00edrios n\u00e3o nascem das leis\u201d (1). Temos de seguir lutando.<\/p>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-397dc4d elementor-widget elementor-widget-bloque-imagen-articulo\" data-id=\"397dc4d\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-imagen-articulo.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n                        <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <figure class=\"figure imagen2 imagen-centrada\">\n                            <div class=\"image\">\n                                                                <a href=\"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/14\/2026\/01\/ODS-18_alta.jpg\" >\n                                                                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/14\/2026\/01\/ODS-18-1256x754.jpg\" class=\"figure-img img-fluid\" alt=\"\">\n                                                                <\/a>\n                                \n                                                                <figcaption class=\"figure-caption\">Logo oficial do Objetivo de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel 18: A promo\u00e7\u00e3o de igualdade \u00e9tnico racial para a Agenda 2030. Fonte da imagem: Brenda Gomes \/ https:\/\/www.gov.br\/secretariageral\/pt-br\/noticias\/2024\/setembro\/conheca-a-logo-escolhida-para-ser-a-marca-oficial-do-ods-18.<\/figcaption>\n                                                            <\/div>\n                        <\/figure>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-fc03942 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"fc03942\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n            \n            <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <p>\u00c9 conhecida a ideia atribu\u00edda a Mandela de que ningu\u00e9m nasce racista, mas aprende. Se isso \u00e9 aprendido, tamb\u00e9m pode ser desaprendido. Neste sentido, \u00e9 preciso compreender que somos diariamente educadas(os) para reproduzir atitudes racistas e machistas. H\u00e1 uma pedagogia difusa nas estruturas sociais que naturaliza a inferioriza\u00e7\u00e3o de pessoas por cor de pele e origem \u00e9tnica. Denunciar essa realidade cultural \u00e9 um imperativo educacional.<\/p>\n<p>O racismo \u00e9 uma marca presente em nosso meio de v\u00e1rios modos, alguns sutis, outros escancarados. Pode ser percebido, por exemplo, em express\u00f5es e termos carregados de hist\u00f3ricos preconceitos raciais: <em>criado mudo, denegrir, bo\u00e7al, a coisa est\u00e1 preta, esclarecer, humor negro, meia tigela, l\u00e1pis cor de pele, mercado negro, ovelha negra, cor do pecado, n\u00e3o sou das tuas n\u00eagas, macumba n\u00e3o \u00e9 de Deus, inveja branca, preto de alma branca, servi\u00e7o de preto, programa de \u00edndio<\/em> etc.<\/p>\n<p>Embora seja necess\u00e1rio evitar o prescritivismo lingu\u00edstico, levando em conta o dinamismo da l\u00edngua e os usos concretos dos termos e n\u00e3o, simplesmente, dizer que quem os utiliza \u00e9 taxativamente uma pessoa racista, banir de modo consciente tais palavras \u00e9 um posicionamento pol\u00edtico-educacional antirracista fundamental. A compreens\u00e3o da raiz discriminat\u00f3ria de alguns termos e algumas express\u00f5es ajuda no processo de reeduca\u00e7\u00e3o de nossos h\u00e1bitos, dos significados que atribu\u00edmos \u00e0s palavras no dia a dia e na tarefa de expans\u00e3o de nossa consci\u00eancia. A luta antirracista deve acontecer em todas as frentes.<\/p>\n<p>N\u00e3o devemos reduzir o racismo ao \u00e2mbito exclusivo da rela\u00e7\u00e3o pessoal, mas, tamb\u00e9m, situ\u00e1-lo como um grande problema de ordem social, institucional, estrutural. Quando uma pessoa \u00e9 diretamente racista com a outra, isso assusta, de maneira mais efetiva, uma parcela consider\u00e1vel da popula\u00e7\u00e3o e at\u00e9 envolve, mais diretamente, investiga\u00e7\u00f5es policiais e um julgamento jur\u00eddico contra a pessoa que praticou o racismo. Contudo, tamb\u00e9m precisamos nos sensibilizar para perceber onde o racismo se reproduz sem puni\u00e7\u00e3o, de maneira \u201cnaturalizada\u201d, normalizada, quase que impercept\u00edvel, que s\u00e3o nas estruturas cotidianas, em situa\u00e7\u00f5es aparentemente \u201cnormais\u201d, sutis, embora profundamente letais, pois nos fazem pensar e agir de maneira racista sem sequer percebermos. Essa \u00e9 uma das raz\u00f5es pelas quais muitas pessoas afirmam n\u00e3o serem racistas, mesmo quando fazem algo que \u00e9 tipicamente originado de um racismo difuso em nossa hist\u00f3ria social e no modo como nossas sociedades foram efetivamente estruturadas. Estejamos atentas(os)! O racismo pode ser percebido em h\u00e1bitos mecanicamente repetidos e em atitudes veladas e banalizadas, e se multiplica em muitos outros exemplos: na estrutura social discriminat\u00f3ria por crit\u00e9rios fenot\u00edpicos; no n\u00famero reduzido de discentes e docentes ind\u00edgenas e negras(os) em universidades; em propagandas de emprego que pedem para quem se candidatar \u00e0 vaga ter \u201cboa apar\u00eancia\u201d; nos ataques \u00e0 pol\u00edtica de cotas raciais; em situa\u00e7\u00f5es repetidas de escraviza\u00e7\u00e3o laboral etc.<\/p>\n<p>Soma-se a isso o alto percentual de viol\u00eancia contra pessoas negras. Pesquisas do F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica de 2022 e de 2024 mostram que 408.605 pessoas negras foram assassinadas no Brasil entre 2012 e 2021. Considerando o ano de 2021: 78 de cada 100 pessoas assassinadas eram negras; negras(os) foram 84,1% de mortos pelas pol\u00edcias; 62% das v\u00edtimas de feminic\u00eddio eram mulheres negras; 67,5% da popula\u00e7\u00e3o prisional eram de pessoas negras. J\u00e1 em 2024, das 44.127 mortes violentas intencionais registradas no pa\u00eds, 79% foram de pessoas negras, o equivalente a 34.860 vidas ceifadas. Das centenas de pessoas mortas na chacina de 28 de outubro de 2025, no Estado do Rio de Janeiro, quantas delas eram negras? Como nossa educa\u00e7\u00e3o tem nos ensinado a lidar com esses fatos? Como est\u00e1 nosso letramento racial? Como vai nossa \u201cafrobetiza\u00e7\u00e3o\u201d? Afinal, o racismo \u00e9 um problema tamb\u00e9m educacional.<\/p>\n<p>Lembremo-nos de que a din\u00e2mica socioclassificat\u00f3ria \u00e9 t\u00edpica do colonialismo e da colonialidade, tendo no racismo uma de suas facetas mais cru\u00e9is; a quest\u00e3o racial \u00e9 b\u00e1sica na consolida\u00e7\u00e3o do sistema-mundo moderno\/colonial. Isso n\u00e3o s\u00f3 constata o \u00f3bvio, mas oferece compreens\u00e3o sobre a g\u00eanese e o funcionamento da pr\u00e1tica racista, que precede o conceito de ra\u00e7a. Na verdade, a ideia de ra\u00e7a \u00e9 uma cria\u00e7\u00e3o do racismo para justificar-se, e este \u00e9 parte t\u00edpica da modernidade\/colonialidade. Sim, o mito da racializa\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental para o nascimento da modernidade\/colonialidade, e racismo, explora\u00e7\u00e3o capitalista, modernidade e colonialidade s\u00e3o intimamente ligados. Olhando para o Brasil, vemos como o racismo se destaca no processo de forma\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, que foi criado \u00e0 custa da destrui\u00e7\u00e3o euroc\u00eantrica de pessoas negras e ind\u00edgenas e do vilip\u00eandio de suas culturas.<\/p>\n<p>Deste modo, chegamos em outra problem\u00e1tica educacional: colocar culturas distintas em contato, em uma din\u00e2mica multicultural (interculturalidade funcional), pouco ajuda a superar situa\u00e7\u00f5es de racismo estrutural. Antes, contribui para que estruturas racistas se perpetuem, j\u00e1 que sua l\u00f3gica n\u00e3o questiona o funcionalismo da sociedade moderna\/colonial, mas forma novos quadros para servir ao lucro de poucos e imp\u00f5e o consumismo como padr\u00e3o irrefut\u00e1vel de vida.<\/p>\n<p>Isso exige aten\u00e7\u00e3o \u00e0s in\u00fameras estrat\u00e9gias mantenedoras do <em>status quo<\/em> opressor racista, que escondem sua face opressora para mant\u00ea-la, at\u00e9 mesmo permitindo algumas pequenas concess\u00f5es socioecon\u00f4micas para disfar\u00e7ar o pleno funcionamento da atual maquinaria produtora de colonialidades. O multiculturalismo neoliberal sabe bem como fazer isso.<\/p>\n<p>Neste sentido, o foco da luta educativa decolonial n\u00e3o est\u00e1 em apenas oportunizar ocupa\u00e7\u00f5es de lugares de poder dentro do sistema-mundo moderno\/colonial por pessoas que foram historicamente exclu\u00eddas deles, mas em, sobretudo, romper com sua l\u00f3gica de funcionamento, para que uma perspectiva outra de rela\u00e7\u00e3o humana e socioambiental surja e se estabele\u00e7a. Evidentemente, isso n\u00e3o se d\u00e1 de uma hora para outra, e as pequenas insurg\u00eancias assumem papel pedag\u00f3gico preponderante nesse movimento de liberta\u00e7\u00e3o, de produ\u00e7\u00e3o de fissuras e de feridas fatais no \u00e2mago da estrutura colonial persistente. Mas n\u00e3o se deve perder de vista que o que se busca \u00e9 o ferimento cada vez mais letal da modernidade\/colonialidade.<\/p>\n<p>A educa\u00e7\u00e3o antirracista, em din\u00e2mica decolonial\/intercultural, n\u00e3o se contenta com a mera ocupa\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os, mas exige que culturas, pessoas e corporalidades outras se insiram nas institui\u00e7\u00f5es com uma l\u00f3gica outra de funcionamento e de fazimento educacional, produzindo uma <em>pedagogia desnorteada <\/em>(Messias, 2023). Isso \u00e9 condi\u00e7\u00e3o indispens\u00e1vel para que a supera\u00e7\u00e3o da modernidade\/colonialidade v\u00e1 acontecendo. Se s\u00f3 a ocupa\u00e7\u00e3o bastar, permanecer\u00e3o situa\u00e7\u00f5es de opress\u00e3o acad\u00eamica, abuso de autoridade e ass\u00e9dios diversos; a l\u00f3gica do cientificismo moderno\/colonial e seus estratagemas ideol\u00f3gicos e metodol\u00f3gicos se manter\u00e3o para silenciar e enquadrar estudantes, pesquisadores(as) e docentes, que sempre ter\u00e3o que seguir \u201ca regra do jogo\u201d tradicionalmente (im)posto.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso, ent\u00e3o, cuidado para n\u00e3o trilhar o caminho determinado pelo pr\u00f3prio opressor e para n\u00e3o reproduzir suas l\u00f3gicas opressoras, mas desenvolver um dinamismo que inicie um modo outro de rela\u00e7\u00e3o intersubjetiva. Rita Segato (2021, p. 333) diz, por exemplo, que, \u201cao for\u00e7ar o \u2018enegrecimento\u2019 da institui\u00e7\u00e3o acad\u00eamica, estaremos tocando o m\u00fasculo do bra\u00e7o ideol\u00f3gico que sustenta o andaime da colonialidade do poder, instigando o debate sobre o racismo que sustenta e reproduz essa ordem e suas estrat\u00e9gias de expropria\u00e7\u00e3o do Sul pelo Norte\u201d. Nesse sentido, \u201cn\u00e3o bastam as pol\u00edticas inclusivas concebidas no Norte, nem a politiza\u00e7\u00e3o das identidades na perspectiva multicultural essencialista norte-americana, porque nelas n\u00e3o se leva em conta, ou melhor, se disfar\u00e7a a exist\u00eancia de uma fronteira norte\/sul\u201d. \u00c9 preciso <em>desnortear<\/em>. \u00c9 preciso <em>sulear<\/em>.<\/p>\n<p>Ora, em nossa \u00e9poca, j\u00e1 n\u00e3o se pode mais confiar ingenuamente na pretens\u00e3o emancipat\u00f3ria do conhecimento racional e cient\u00edfico. Ele n\u00e3o emancipa por si s\u00f3. Pessoas com profundo conhecimento acad\u00eamico podem ser tamb\u00e9m opressoras de outras pessoas, inclusive utilizando do seu pr\u00f3prio academicismo para humilhar, subalternizar, assediar, amea\u00e7ar. O que est\u00e1 em jogo aqui n\u00e3o \u00e9 negar todo o saber das ci\u00eancias atuais nem promover uma eurofobia. Com o sistema-mundo moderno\/colonial, a racionalidade cient\u00ed\u00adfica trouxe, de fato, in\u00fameros desenvolvimentos t\u00e9cnicos, mas n\u00e3o se pode dizer que isso esteve sempre a servi\u00e7o da dignidade humana de todas e cada uma das pessoas. N\u00e3o d\u00e1 para simplesmente reproduzir o mote iluminista de que \u201cse a raz\u00e3o e a ci\u00eancia guiarem a humanidade, fatalmente o progresso vir\u00e1\u201d. Que tipo de progresso? Para quem? A custa de qu\u00ea? \u00c9 preciso se perguntar. As grandes carnificinas globais do s\u00e9culo XX, por exemplo, tiveram grande respaldo racional, cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico, expressando o descompasso que existe entre o imagin\u00e1rio colonizador, as singulares express\u00f5es da humanidade e a natureza. Uma necessidade de aten\u00e7\u00e3o autocr\u00edtica \u00e9 requerida, nesse sentido, para a educa\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p>\u00c9 importante levar em conta que a quest\u00e3o racial \u00e9 quase um tabu ainda em muitos setores, atualmente, no Brasil, a come\u00e7ar pela educa\u00e7\u00e3o formal. Ali\u00e1s, o racismo j\u00e1 foi at\u00e9 justificado \u201ccientificamente\u201d entre n\u00f3s, por meio de ideias \u2013 como as de Artur de Gobineau e Dom Pedro II \u2013 que desejavam promover uma esp\u00e9cie de \u201cembranquecimento\u201d da popula\u00e7\u00e3o brasileira e\/ou de argumentos que refor\u00e7avam a ideia de que a coloniza\u00e7\u00e3o, na verdade, foi uma \u201cmiss\u00e3o civilizat\u00f3ria\u201d para povos supostamente menos evolu\u00eddos que os europeus. Basta conhecer os pressupostos racistas da Antropologia F\u00edsica Evolucionista, da Frenologia, do eugenismo e do chamado darwinismo social. Jess\u00e9 Souza (2022) tem at\u00e9 mesmo chamado isso de \u201cracismo cient\u00edfico\u201d. H\u00e1 at\u00e9 quem considere que \u201cn\u00e3o existe racismo em nosso pa\u00eds\u201d, e sempre t\u00eam aparecido teorias culturais que lidam com o tema de forma bastante question\u00e1vel, como o famigerado \u201cracismo reverso\u201d ou, ainda, de que \u201cn\u00e3o \u00e9 preciso dia consci\u00eancia negra, mas somente da consci\u00eancia humana\u201d ou mesmo a cl\u00e1ssica no\u00e7\u00e3o de que h\u00e1 \u201cdemocracia racial\u201d entre n\u00f3s. Essa no\u00e7\u00e3o, em especial, cuja tese endossa que haveria uma suposta \u201csingularidade cultural\u201d em nosso pa\u00eds, tem sido radicalmente criticada como romantiza\u00e7\u00e3o da dura forma\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da(s) identidade(s) brasileira(s).<\/p>\n<p>Como explica Edgar Morin (2012, p. 44-45), as \u201ccoisas do esp\u00edrito\u201d, por ele denominadas de \u201cnoosfera\u201d, tais como \u201csaberes, cren\u00ad\u00e7as, mitos, lendas, ideias\u201d, s\u00e3o especialmente reproduzidas no esp\u00edrito humano \u201catrav\u00e9s da educa\u00e7\u00e3o\u201d. Isso faz dela uma realidade pertencente ao mundo dos conhecimentos, das ideias-for\u00e7a \u2013 haja vista a pr\u00f3pria educa\u00e7\u00e3o ter se transformado tamb\u00e9m em uma idealiza\u00e7\u00e3o na contemporaneidade, como se tudo fosse \u201csalvo\u201d por meio dela \u2013 e, como tal, exige que seja considerada de modo cr\u00edtico e complexo. Afinal, quando se diz que \u201ca educa\u00e7\u00e3o \u00e9 o que salvar\u00e1 um pa\u00eds da decad\u00eancia\u201d, de que tipo de educa\u00e7\u00e3o se est\u00e1 falando, a servi\u00e7o de que, de quem, sustentada por qual ide\u00e1rio antropol\u00f3gico, epistemol\u00f3gico, sociol\u00f3gico, econ\u00f4mico e societ\u00e1rio? \u00c9 fundamental pensar que o universo das ideias e saberes tamb\u00e9m est\u00e1 a\u00ed com potencialidades contradit\u00f3rias e, no caso da modernidade\/colonialidade, como marcante instrumento de poder colonizador. Nossa hist\u00f3ria nos mostra que \u201cas ideias t\u00eam potencialidades exterminadoras iguais \u00e0s dos deuses mais cru\u00e9is\u201d (Morin, 2012, p. 46). H\u00e1 muitas necropol\u00edticas caminhando de m\u00e3os dadas com necropeda\u00adgogias e necroci\u00eancias, naturalizando necrofilias.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, \u00e9 preciso adjetivar as ideias, ter consci\u00eancia de que tipo de educa\u00e7\u00e3o estamos falando quando falamos que a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental para nos libertar das amarras racistas. N\u00e3o \u00e9 qualquer tipo de educa\u00e7\u00e3o que \u00e9 uma educa\u00e7\u00e3o antirracista.<\/p>\n<p>Enfim, sem aten\u00e7\u00e3o a isso, o racismo e outras marcas de colonialidade cultural seguir\u00e3o reproduzidos em nosso meio com m\u00faltiplas facetas, os modelos de sucesso constru\u00eddos na base de muito racismo e machismo seguir\u00e3o inspirando os objetivos (metas) e as pr\u00e1ticas das pessoas. Sem aten\u00e7\u00e3o a isso, a educa\u00e7\u00e3o antirracista, antimachista, anticlassista e antiaporof\u00f3bica n\u00e3o se sustenta. \u00c9, de fato, fundamental ocupar os lugares historicamente negados \u00e0 maioria da popula\u00e7\u00e3o brasileira, mas com uma perspectiva outra que n\u00e3o aquela legitimada pela colonialidade cultural persistente. Sim, o racismo \u00e9 um problema educacional e a sua supera\u00e7\u00e3o requer um processo social de forma\u00e7\u00e3o cada vez mais profundo e explicitamente antirracista, antimachista, desnorteado.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: right\"><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 <\/em><\/strong><strong><em>Elvis Rezende Messias<\/em><\/strong><em> \u00e9 fil\u00f3sofo, te\u00f3logo e mestre e doutor em Filosofia da Educa\u00e7\u00e3o. \u00c9 docente do Instituto Federal do Tri\u00e2ngulo Mineiro, campus Patos de Minas, pesquisador do Grupo de Pesquisas e Estudos em Filosofia da Educa\u00e7\u00e3o e, tamb\u00e9m, assessor do Movimento F\u00e9 e Pol\u00edtica da Diocese da Campanha. Autor de v\u00e1rias obras, dentre as quais o livro Pedagogia desnorteada, pela Appris Editora, publicado em janeiro de 2026.<\/em><\/p>\n<h2><strong>Nota<\/strong><\/h2>\n<ol>\n<li>&#8220;Nosso Tempo&#8221;, de\u00a0<em>A Rosa do Povo<\/em>\u00a0(1945). In: Carlos Drummond de Andrade. <em>Poesia Completa<\/em>. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003.<\/li>\n<\/ol>\n<h2><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/h2>\n<ul>\n<li>GLISSANT, \u00c9douard. <em>Po\u00e9tica da rela\u00e7\u00e3o. <\/em>Po\u00e9tica III. Tradu\u00e7\u00e3o de Eduardo Jorge Oliveira e Marcela Vieira. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2021.<\/li>\n<li>MART\u00cd, Jos\u00e9. <em>Nossa Am\u00e9rica.<\/em> Organiza\u00e7\u00e3o de Danilo R. Streck. Iju\u00ed: Uniju\u00ed, 2007.<\/li>\n<li>MESSIAS, Elvis Rezende. <em>Marcas de colonialidade cultural na forma\u00e7\u00e3o filos\u00f3fico-educacional brasileira.<\/em> 2023, 348 f. Tese (Doutorado em Educa\u00e7\u00e3o) \u2013 Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Educa\u00e7\u00e3o, Universidade Nove de Julho: S\u00e3o Paulo, 2023.<\/li>\n<li>MORIN, Edgar. <em>O m\u00e9todo 6: a humanidade da humanidade.<\/em> 5. ed. Porto Alegre: Sulina, 2012.<\/li>\n<li>SEGATO, Rita. <em>Cr\u00edtica da colonialidade em oito ensaios e uma antropologia por demanda.<\/em> Tradu\u00e7\u00e3o de Danielli Jatob\u00e1 e Dan\u00fa Gontijo. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2021.<\/li>\n<li>SOUZA, Jess\u00e9. <em>Brasil dos humilhados: uma den\u00fancia da ideologia elitista.<\/em> Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 2022.<\/li>\n<\/ul>\n<h2><strong>Para saber mais<\/strong><\/h2>\n<p>Para aprofundar o tema deste texto, consulte o livro mais recente do Professor Rezende:<\/p>\n<ul>\n<li>Rezende Messias, Elvis (2026). <em>Pedagogia Desnorteada: (De)colonialidade Cultural e Interculturalidade na Forma\u00e7\u00e3o Filos\u00f3fico-Educacional Brasileira<\/em>. Curitiba: Appris Editora.<\/li>\n<\/ul>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-53a5992 elementor-widget elementor-widget-bloque-blog-2\" data-id=\"53a5992\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-blog-2.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\n\n<!-- Bloque Blog -->\n<div class=\"container\">\n    <div class=\"row titulo-con-enlace\">\n        <div class=\"col-12\">\n            <h2 class=\"titulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">Postagens relacionadas<\/h2>                        <a href=\"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/eduforics\/\" data-aos=\"fade-right\" data-aos-duration=\"700\" class=\"enlace btn-arrow\" title=\"Ver mais\"><span>Ver mais<\/span><\/a>\n                    <\/div>\n    <\/div>\n<\/div>\n<section class=\"bloque bloque-blog 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