{"id":20530,"date":"2026-03-06T12:29:16","date_gmt":"2026-03-06T11:29:16","guid":{"rendered":"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/?p=20530"},"modified":"2026-04-15T18:28:08","modified_gmt":"2026-04-15T16:28:08","slug":"educacao-infantil-em-una-escola-ribeirinha-na-amazonia-paraense","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/pt-br\/eduforics\/experiencias-e-recursos-pt-br\/boas-praticas\/educacao-infantil-em-una-escola-ribeirinha-na-amazonia-paraense\/","title":{"rendered":"Educa\u00e7\u00e3o Infantil em uma escola ribeirinha na Amaz\u00f4nia paraense"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"20530\" class=\"elementor elementor-20530\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-7cbc390 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"7cbc390\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-514a3c0\" data-id=\"514a3c0\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-92d15e1 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"92d15e1\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n                        <div class=\"subtitulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\"><p>Este artigo apresenta um relato de experi\u00eancia sobre pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas desenvolvidas na Educa\u00e7\u00e3o Infantil, em contexto ribeirinho amaz\u00f4nico, no munic\u00edpio de Gurup\u00e1, estado do Par\u00e1. O relato evidencia os desafios enfrentados no cotidiano escolar ribeirinho, como as dificuldades de acesso \u00e0 escola, a vulnerabilidade social das fam\u00edlias e a rela\u00e7\u00e3o entre escola e comunidade, bem como as potencialidades de uma pr\u00e1tica pedag\u00f3gica baseada no afeto, na escuta sens\u00edvel e na valoriza\u00e7\u00e3o dos saberes tradicionais e do <strong>territ\u00f3rio<\/strong>.<\/p><\/div>\n            \n            <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <p>A Educa\u00e7\u00e3o Infantil, em contextos ribeirinhos da Amaz\u00f4nia, apresenta especificidades hist\u00f3ricas, culturais, sociais e territoriais que exigem pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas sens\u00edveis \u00e0 realidade das comunidades tradicionais. Nesse sentido, o relato de experi\u00eancia \u00e9 um importante instrumento de reflex\u00e3o cr\u00edtica sobre a pr\u00e1tica docente, permitindo a articula\u00e7\u00e3o com saberes constru\u00eddos no cotidiano escolar e de modo comunit\u00e1rio. Este relato parte da experi\u00eancia vivida por uma educadora ribeirinha, moradora do Rio Crispim, no munic\u00edpio de Gurup\u00e1 (PA), que, a partir de sua trajet\u00f3ria pessoal e profissional, reflete sobre os desafios e as pot\u00eancias da Educa\u00e7\u00e3o Infantil em comunidades ribeirinhas.<\/p>\n<p>Ao narrar viv\u00eancias que atravessam desde o processo de escolariza\u00e7\u00e3o, em uma escola constru\u00edda com materiais da pr\u00f3pria natureza, at\u00e9 o exerc\u00edcio da doc\u00eancia com crian\u00e7as da mesma comunidade, evidencia-se a educa\u00e7\u00e3o como pr\u00e1tica social, hist\u00f3rica e emancipadora. Freire (1996) afirmava que a educa\u00e7\u00e3o deve partir da realidade concreta dos educandos, respeitando seus saberes e promovendo uma pr\u00e1tica pedag\u00f3gica dial\u00f3gica e libertadora. Para o autor, ensinar n\u00e3o \u00e9 transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua produ\u00e7\u00e3o, o que se torna fundamental em contextos ribeirinhos, onde a viv\u00eancia comunit\u00e1ria \u00e9 rica em saberes populares.<\/p>\n<p>Nessa l\u00f3gica, Saviani (2008), ao defender a pedagogia hist\u00f3rico-cr\u00edtica, refor\u00e7a que a educa\u00e7\u00e3o escolar tem papel essencial na forma\u00e7\u00e3o humana e na transforma\u00e7\u00e3o social. Mesmo em contextos marcados por desigualdades sociais, como ocorre em muitas comunidades ribeirinhas, a escola deve garantir o acesso ao conhecimento sistematizado, sem desconsiderar a realidade concreta dos educandos. Assim, a pr\u00e1tica pedag\u00f3gica na Educa\u00e7\u00e3o Infantil deve articular o saber cotidiano ao saber cient\u00edfico, contribuindo para o desenvolvimento integral das crian\u00e7as. Nessa l\u00f3gica, Brand\u00e3o (2007) complementa essa discuss\u00e3o ao sinalizar que a educa\u00e7\u00e3o acontece para al\u00e9m dos muros da escola, envolvendo a comunidade, a cultura e as rela\u00e7\u00f5es sociais. Na Educa\u00e7\u00e3o Infantil ribeirinha, essa concep\u00e7\u00e3o se expressa na participa\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias, no apoio de organiza\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias a exemplo da Associa\u00e7\u00e3o das Mulheres Ribeirinhas do Distrito de Itapu\u00e3 munic\u00edpio de Gurup\u00e1 \u2013 AMURG, nas pastorais da Igreja Cat\u00f3lica e na integra\u00e7\u00e3o entre educa\u00e7\u00e3o, cuidado, sa\u00fade e cidadania.<\/p>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1ef668e elementor-widget elementor-widget-bloque-imagen-articulo\" data-id=\"1ef668e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-imagen-articulo.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n                        <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <figure class=\"figure imagen2 imagen-centrada\">\n                            <div class=\"image\">\n                                                                <a href=\"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/14\/2026\/03\/Amazonia1.jpg\" >\n                                                                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/14\/2026\/03\/Amazonia1-1256x778.jpg\" class=\"figure-img img-fluid\" alt=\"\">\n                                                                <\/a>\n                                \n                                                                <figcaption class=\"figure-caption\">Fonte: Acervo da autora, 2024.<\/figcaption>\n                                                            <\/div>\n                        <\/figure>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-48e3cf8 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"48e3cf8\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n            \n            <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <p>A metodologia pedag\u00f3gica adotada na <strong>Educa\u00e7\u00e3o Infantil ribeirinha dialoga diretamente com o territ\u00f3rio, os modos de vida, o trabalho, a cultura e as rela\u00e7\u00f5es familiares da comunidade.<\/strong> As pr\u00e1ticas educativas se constroem a partir da escuta das crian\u00e7as, da observa\u00e7\u00e3o do cotidiano, da valoriza\u00e7\u00e3o das experi\u00eancias locais e da intera\u00e7\u00e3o entre escola, fam\u00edlia e comunidade, reconhecendo a crian\u00e7a como sujeito hist\u00f3rico e de direitos.<\/p>\n<p>Dessa forma, o presente relato de experi\u00eancia parte da necessidade de dar visibilidade \u00e0s pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas desenvolvidas na Educa\u00e7\u00e3o Infantil ribeirinha, valorizando o protagonismo de educadoras que vivenciam o territ\u00f3rio e compreendem a educa\u00e7\u00e3o como um ato de amor, compromisso e resist\u00eancia. Ao compartilhar essa trajet\u00f3ria, buscamos contribuir para o fortalecimento de uma educa\u00e7\u00e3o contextualizada, humanizadora e comprometida com a realidade das popula\u00e7\u00f5es ribeirinhas da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<h2><strong>O relato de Lorrana, professora ribeirinha de Educa\u00e7\u00e3o Infantil<\/strong><\/h2>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f49e278 elementor-widget elementor-widget-bloque-imagen-articulo\" data-id=\"f49e278\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-imagen-articulo.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n                        <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <figure class=\"figure imagen2 imagen-centrada\">\n                            <div class=\"image\">\n                                                                <a href=\"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/14\/2026\/03\/Amazonia2.jpg\" >\n                                                                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/14\/2026\/03\/Amazonia2-1256x562.jpg\" class=\"figure-img img-fluid\" alt=\"\">\n                                                                <\/a>\n                                \n                                                                <figcaption class=\"figure-caption\">Professora Lorrana e estudantes na escola Crian\u00e7as Alegres (fonte: Acervo da autora, 2025).<\/figcaption>\n                                                            <\/div>\n                        <\/figure>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-cd1d583 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"cd1d583\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n            \n            <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <p><em>Meu nome \u00e9 Lorrana, tenho 24 anos, sou moradora do Rio Crispim, localizado no munic\u00edpio de Gurup\u00e1, na comunidade de Itatup\u00e3, no estado do Par\u00e1, me reconhe\u00e7o como mulher ribeirinha. Minha trajet\u00f3ria educacional e profissional est\u00e1 profundamente ligada ao territ\u00f3rio, \u00e0s \u00e1guas, \u00e0s fam\u00edlias e \u00e0 comunidade onde vivo. Iniciei minha vida escolar em uma pequena escola chamada Crian\u00e7as Alegres, constru\u00edda com materiais simples, principalmente a\u00e7aizeiros. As condi\u00e7\u00f5es eram prec\u00e1rias, inclusive no que se refere \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o escolar, que utilizava utens\u00edlios reaproveitados. Apesar disso, aquele espa\u00e7o representava a possibilidade de acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s concluir o Ensino Fundamental, n\u00e3o tinha o Ensino M\u00e9dio na comunidade, sendo necess\u00e1rio se deslocar at\u00e9 a cidade para continuar os estudos. Conclu\u00ed o Ensino M\u00e9dio e, posteriormente, ingressei no curso de Licenciatura em Pedagogia. Ao finalizar a gradua\u00e7\u00e3o, retornei para minha comunidade. <\/em><\/p>\n<p><em>Atuei, inicialmente, na Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos (EJA), experi\u00eancia marcada pela escuta de hist\u00f3rias de vida, pelo di\u00e1logo intergeracional e pelo acompanhamento das realidades familiares dos educandos. Essa viv\u00eancia refor\u00e7ou a compreens\u00e3o de que a educa\u00e7\u00e3o se constr\u00f3i na troca de saberes e no reconhecimento da experi\u00eancia do outro como conhecimento leg\u00edtimo (Freire, 1996). Posteriormente, passei a atuar na Educa\u00e7\u00e3o Infantil, lecionando para turmas de Jardim I, Jardim II e Pr\u00e9-Escola, na mesma escola onde fui alfabetizada. Ensinar os filhos de antigos colegas e vivenciar esse retorno como professora fortaleceram o sentimento de pertencimento e responsabilidade social e comunit\u00e1ria. <\/em><\/p>\n<p><em>As crian\u00e7as utilizam embarca\u00e7\u00f5es para chegarem \u00e0 escola, e muitas fam\u00edlias vivem em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social, o que impacta na frequ\u00eancia escolar e no acompanhamento pedag\u00f3gico. Quando falo de fam\u00edlias mais vulner\u00e1veis quero dizer que algumas fam\u00edlias, no per\u00edodo da safra do a\u00e7a\u00ed, acabam levando as crian\u00e7as para o trabalho e, com isso, elas n\u00e3o v\u00eam a escola. Mas, esse ano 2025, ap\u00f3s muita conversa com as fam\u00edlias, essa realidade vem diminuindo. Apesar das dificuldades, o trabalho com as crian\u00e7as \u00e9 marcado pelo afeto, pelo v\u00ednculo e pela constru\u00e7\u00e3o de aprendizagens significativas, reafirmando a educa\u00e7\u00e3o como um ato de amor e compromisso social (Freire, 1996).<\/em><\/p>\n<h2><strong>A Educa\u00e7\u00e3o Infantil ribeirinha<\/strong><\/h2>\n<p>Os estudos sobre a Educa\u00e7\u00e3o Infantil ribeirinha, segundo Oliveira (2018), indicam que as crian\u00e7as constroem significados a partir de suas intera\u00e7\u00f5es com o territ\u00f3rio, o rio e com as rela\u00e7\u00f5es sociais estabelecidas no cotidiano. Nesse sentido, Oliveira <em>et al.<\/em> (2022) destacam que <strong>\u201co rio \u00e9 o caminho que leva \u00e0 escola\u201d<\/strong>, evidenciando-o como elemento central da experi\u00eancia educativa das crian\u00e7as ribeirinhas.<\/p>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-34c4a03 elementor-widget elementor-widget-bloque-imagen-articulo\" data-id=\"34c4a03\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-imagen-articulo.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n                        <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <figure class=\"figure imagen2 imagen-centrada\">\n                            <div class=\"image\">\n                                                                <a href=\"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/14\/2026\/03\/Amazonia4.jpg\" >\n                                                                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/14\/2026\/03\/Amazonia4.jpg\" class=\"figure-img img-fluid\" alt=\"\">\n                                                                <\/a>\n                                \n                                                                <figcaption class=\"figure-caption\">\u00c0s margens do Rio Crispim - Estudantes ribeirinhos chegam de barco \u00e0 escola (fonte: Acervo da autora, 2024).<\/figcaption>\n                                                            <\/div>\n                        <\/figure>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6f9d81e elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"6f9d81e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n            \n            <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <p>Nesse contexto, questiona-se: de que maneira as \u00e1guas e as mar\u00e9s influenciam o percurso at\u00e9 a escola e como essas experi\u00eancias s\u00e3o incorporadas \u00e0s pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas da Educa\u00e7\u00e3o Infantil ribeirinha? Essa l\u00f3gica de educa\u00e7\u00e3o integrada \u00e0 realidade dos sujeitos se conecta com o relato da professora Lorrana, no qual o deslocamento fluvial \u00e9 parte indissoci\u00e1vel da rotina escolar e influencia tempos, rela\u00e7\u00f5es e viv\u00eancias pedag\u00f3gicas.<\/p>\n<p>De acordo com Priore (2004), a inf\u00e2ncia deve ser compreendida como uma constru\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica e social, refor\u00e7ando que as experi\u00eancias vividas pelas crian\u00e7as em contextos ribeirinhos constituem elementos fundamentais de suas identidades. Assim, a pr\u00e1tica pedag\u00f3gica, na Educa\u00e7\u00e3o Infantil ribeirinha, precisa considerar <strong>o territ\u00f3rio como dimens\u00e3o educativa<\/strong>, valorizando as viv\u00eancias das crian\u00e7as e suas rela\u00e7\u00f5es com a comunidade.<\/p>\n<p>O relato analisado revela que a pr\u00e1tica docente na Educa\u00e7\u00e3o Infantil ribeirinha contribui para a forma\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria das crian\u00e7as como sujeitos do campo e das \u00e1guas, fortalecendo v\u00ednculos de pertencimento e reconhecimento cultural. A escuta sens\u00edvel, o afeto e a valoriza\u00e7\u00e3o das experi\u00eancias cotidianas descritas constituem pr\u00e1ticas que indicam a educa\u00e7\u00e3o como processo de humaniza\u00e7\u00e3o e reconhecimento. Dessa forma, compreendemos que o relato de experi\u00eancia n\u00e3o apenas descreve uma pr\u00e1tica docente, mas revela a Educa\u00e7\u00e3o Infantil ribeirinha como um campo leg\u00edtimo de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento pedag\u00f3gico, situado e comprometido com a realidade amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p>Por fim, ressalta-se a necessidade de constru\u00e7\u00e3o e fortalecimento de pol\u00edticas p\u00fablicas que garantam melhores condi\u00e7\u00f5es de infraestrutura, forma\u00e7\u00e3o continuada e apoio \u00e0s fam\u00edlias, assegurando o direito \u00e0 educa\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as ribeirinhas da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><strong><em>Arlete Gomes dos Santos<\/em><\/strong><em> \u00e9 p<\/em><em>edagoga quilombola e gestora de projetos socioambientais<\/em><em>,<\/em><em>com trajet\u00f3ria dedicada \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o dos saberes tradicionais e \u00e0 promo\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a socioambiental. <\/em><em>Mestra em Educa\u00e7\u00e3o pela Universidade Federal Fluminense (UFF)<\/em><em>, com a pesquisa intitulada <\/em><em>\u201cOs desafios do trabalho e da educa\u00e7\u00e3o nas \u00e1reas ribeirinhas: uma an\u00e1lise sobre a Amaz\u00f4nia afuaense\u201d<\/em><em>. Assistente social e especialista em Juventude, com atua\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica voltada \u00e0 educa\u00e7\u00e3o popular e \u00e0s pol\u00edticas de direitos humanos. (Curr\u00edculo Lattes: <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/7484151363096975\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/lattes.cnpq.br\/7484151363096975<\/a>).<\/em><\/p>\n<h2><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/h2>\n<ul>\n<li>BRAND\u00c3O, Carlos Rodrigues. O que \u00e9 educa\u00e7\u00e3o. 49. ed. S\u00e3o Paulo: Brasiliense, 2007.<\/li>\n<li>FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necess\u00e1rios \u00e0 pr\u00e1tica educativa. S\u00e3o Paulo: Paz e Terra, 1996.<\/li>\n<li>SAVIANI, Dermeval. Pedagogia hist\u00f3rico-cr\u00edtica: primeiras aproxima\u00e7\u00f5es. 11. ed. Campinas: Autores Associados, 2008.<\/li>\n<li>OLIVEIRA, Ana Paula Lima Carvalho; SILVA, Iolete Ribeiro da; PRINTES, Jocicleia Souza. Entre a escola e o rio: viv\u00eancias e desafios da educa\u00e7\u00e3o infantil ribeirinha. <em>Revista Exitus<\/em>, v. 12, p. 1\u201315, 2022.<\/li>\n<li>OLIVEIRA, Ana Paula Lima Carvalho de. <em>Os significados constru\u00eddos pelas crian\u00e7as da educa\u00e7\u00e3o infantil ribeirinha de Manaus<\/em>. 2018. 116 f. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Educa\u00e7\u00e3o) \u2014 Universidade Federal do Amazonas, Manaus, 2018. Dispon\u00edvel <a href=\"https:\/\/tede.ufam.edu.br\/bitstream\/tede\/6515\/6\/Disserta\u00e7\u00e3o_AnaPaula%20de%20Oliveira.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">neste link<\/a>\u00a0(acesso em 05\/12\/2025).<\/li>\n<\/ul>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-eefafa5 elementor-widget elementor-widget-bloque-blog-2\" data-id=\"eefafa5\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-blog-2.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\n\n<!-- Bloque Blog -->\n<div class=\"container\">\n    <div class=\"row titulo-con-enlace\">\n        <div class=\"col-12\">\n            <h2 class=\"titulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">Postagens relacionadas<\/h2>                        <a href=\"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/eduforics\/\" data-aos=\"fade-right\" 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class=\"subtitulos\">Escola Quilombola \u00c1guas do Velho Chico: entre a normatividade curricular e a pot\u00eancia dos saberes do territ\u00f3rio<\/h3>\n                <div class=\"autor\">Por <em>Arlete Gomes dos Santos<\/em><\/div>\n            <\/div>\n<\/a>                                    <\/div>\n                                                                    <div class=\"col-12 col-sm-6 d-flex align-items-stretch\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"500\" data-aos-duration=\"700\">\n                                    <a class=\"noticia \" href=\"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/pt-br\/eduforics\/educacao-inclusiva-e-de-qualidade\/educacao-desenvolvimento-sustentavel\/alfabetizacao-ecologica-possibilidades-para-superar-os-limites-do-planeta\/\">\n    <div class=\"image\">\n        <img decoding=\"async\" width=\"890\" height=\"560\" src=\"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/14\/2026\/04\/Ecologia-1151886550-890x560.png\" class=\"img-fluid 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do planeta<\/h3>\n                <div class=\"autor\">Por <em>Cl\u00e1udia Chesini<\/em><\/div>\n            <\/div>\n<\/a>                                    <\/div>\n                                                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\n\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este artigo apresenta um relato de experi\u00eancia sobre pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas desenvolvidas na Educa\u00e7\u00e3o Infantil, em contexto ribeirinho amaz\u00f4nico, no munic\u00edpio de Gurup\u00e1, estado do Par\u00e1. 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