{"id":21162,"date":"2026-06-14T16:09:34","date_gmt":"2026-06-14T14:09:34","guid":{"rendered":"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/?p=21162"},"modified":"2026-06-14T16:09:43","modified_gmt":"2026-06-14T14:09:43","slug":"educacao-justica-socioambiental-e-territorios-tradicionais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/pt-br\/eduforics\/educacao-inclusiva-e-de-qualidade\/educacao-desenvolvimento-sustentavel\/educacao-justica-socioambiental-e-territorios-tradicionais\/","title":{"rendered":"Educa\u00e7\u00e3o, Justi\u00e7a Socioambiental e Territ\u00f3rios Tradicionais"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"21162\" class=\"elementor elementor-21162\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-7427ce8 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"7427ce8\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1a6afe4\" data-id=\"1a6afe4\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-0761355 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"0761355\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n                        <div class=\"subtitulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\"><p>Conversa entre a equipe de comunica\u00e7\u00e3o do Museu do Horto Popular e Arlete Gomes dos Santos, analista de projetos da Funda\u00e7\u00e3o SM, para refletir sobre as implica\u00e7\u00f5es do relat\u00f3rio da UNESCO na realidade social e educacional das comunidades ribeirinhas, quilombolas e populares urbanas.<\/p><\/div>\n            \n            <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <p>No dia 6 de junho, a equipe de comunica\u00e7\u00e3o do Museu do Horto Popular conversou com Arlete Gomes dos Santos, analista de projetos da Funda\u00e7\u00e3o SM, sobre o relat\u00f3rio da UNESCO &#8220;Reimaginando Nossos Futuros Juntos&#8221;, com o objetivo de refletir sobre a realidade social e educacional das comunidades ribeirinhas, quilombolas e populares urbanas. O relat\u00f3rio aborda os desafios socioambientais, a justi\u00e7a social e a ecologia integral como elementos necess\u00e1rios para enfrentar a situa\u00e7\u00e3o social vivenciada pela comunidade do Horto diante das amea\u00e7as da especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria e seus esfor\u00e7os para fortalecer a identidade e o senso de pertencimento \u00e0 comunidade.<\/p>\n<p>O Museu do Horto Popular surgiu de um processo de mobiliza\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria dentro da pr\u00f3pria comunidade do Horto, em 2 de abril de 2022. Sua miss\u00e3o \u00e9 contar a hist\u00f3ria dos moradores da comunidade e a import\u00e2ncia do Horto para o desenvolvimento do Rio de Janeiro. O museu tem como objetivo preservar uma mem\u00f3ria que abrange mais de 200 anos e contribuir para a luta dos moradores pela continuidade de sua presen\u00e7a em sua comunidade. O museu est\u00e1 localizado na Rua Pacheco Le\u00e3o, 1235, Caxinguel\u00ea, no bairro Jardim Bot\u00e2nico do Rio de Janeiro. Entre as fontes de seu acervo est\u00e1 o livro &#8220;Ra\u00edzes Ancestrais&#8221;, que cont\u00e9m as narrativas dos habitantes hist\u00f3ricos da regi\u00e3o. Arlete Gomes, por sua vez, \u00e9 educadora, pesquisadora e coordenadora de projetos socioeducativos voltados para a gest\u00e3o e autonomia de comunidades territoriais tradicionais. Sua trajet\u00f3ria profissional est\u00e1 ligada ao trabalho com comunidades quilombolas, ribeirinhas, povos amaz\u00f4nicos e movimentos sociais, buscando fortalecer processos educativos comprometidos com a mem\u00f3ria, a identidade cultural e os direitos territoriais. Atualmente, \u00e9 analista de projetos sociais e educacionais na Funda\u00e7\u00e3o SM.<\/p>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ea6d34f elementor-widget elementor-widget-bloque-imagen-centrada\" data-id=\"ea6d34f\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-imagen-centrada.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Bloque contenidos: Imagen bloque-imagen-centrada -->\n<section class=\"bloque bloque-titulos mb-0\" data-aos=\"fade-right\" data-aos-delay=\"800\" data-aos-duration=\"1200\">\n    <div class=\"container\">\n                    <\/div>\n<\/section>\n<section class=\"bloque bloqueaczkexnnle bloque-imagen-centrada  \" data-aos=\"fade-right\" data-aos-delay=\"800\" data-aos-duration=\"1200\">\n    <div class=\"container\">\n                <div class=\"estrecho\">\n            <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-12\">\n                    <figure class=\"figure imagen2 imagen-centrada\">\n                        <div class=\"image\">\n                                                        <a href=\"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/14\/2026\/06\/Museu_Horto.png\" >\n                                                        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/14\/2026\/06\/Museu_Horto.png\" class=\"figure-img img-fluid \" alt=\"\">\n                                                        <\/a>\n                            \n                                                        <figcaption class=\"figure-caption\">Equipe de diretores do Museu Popular do Horto posa com c\u00f3pias do relat\u00f3rio da UNESCO sobre o Futuro da Educa\u00e7\u00e3o (Acervo pr\u00f3prio; junho, 2026).<\/figcaption>\n                                                    <\/div>\n                    <\/figure>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n    <\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2320c38 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"2320c38\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"estrecho2\">\n            \n            <div class=\"row\">\n                <div class=\"col-sm-12\">\n                    <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                        <p><strong>MDH: O documento da UNESCO ressalta que os futuros das pessoas dependem do futuro do planeta. Como reverter os males do avan\u00e7o da tecnologia que caminha junto com os avan\u00e7os do capital?<\/strong><\/p>\n<p><strong>AGS<\/strong>: A tecnologia n\u00e3o \u00e9, por si s\u00f3, a causa da crise socioambiental. O desafio reside na l\u00f3gica econ\u00f4mica que frequentemente orienta sua produ\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o. No relat\u00f3rio <em>Reimaginar nossos futuros juntos: um novo contrato social para a educa\u00e7\u00e3o<\/em>, a UNESCO afirma que &#8220;os futuros interligados da humanidade e do planeta est\u00e3o amea\u00e7ados&#8221; e que \u00e9 necess\u00e1ria uma a\u00e7\u00e3o conjunta para construir sociedades mais justas e sustent\u00e1veis (UNESCO, 2022, p. 1).<\/p>\n<p>O documento destaca que as transforma\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas v\u00eam ocorrendo em ritmo acelerado, mas nem sempre orientadas pela equidade, pela inclus\u00e3o e pela participa\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica (UNESCO, 2022, p. 12-15). Nesse contexto, a educa\u00e7\u00e3o assume papel estrat\u00e9gico ao formar sujeitos capazes de participar criticamente das decis\u00f5es sobre ci\u00eancia, tecnologia e desenvolvimento.<\/p>\n<p>Reverter os impactos negativos exige que a inova\u00e7\u00e3o seja colocada a servi\u00e7o da vida, da justi\u00e7a social e da sustentabilidade. Isso implica fortalecer pol\u00edticas p\u00fablicas, ampliar a participa\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica, promover a responsabilidade socioambiental das empresas e construir uma \u00e9tica do cuidado com as pessoas e com a natureza. Como prop\u00f5e a UNESCO, \u00e9 necess\u00e1rio um novo contrato social para a educa\u00e7\u00e3o fundamentado na justi\u00e7a social, econ\u00f4mica e ambiental (UNESCO, 2022, p. 151-153).<\/p>\n<p><strong>MDH: Nos seus estudos sobre os ribeirinhos e sua viv\u00eancia quilombola, quais foram as dificuldades encontradas para construir uma comunidade sustent\u00e1vel?<\/strong><\/p>\n<p><strong>AGS<\/strong>: Em meus estudos, compreendi que a sustentabilidade das comunidades ribeirinhas e quilombolas est\u00e1 profundamente relacionada \u00e0 perman\u00eancia nos territ\u00f3rios tradicionais. A identidade ribeirinha n\u00e3o se reduz ao espa\u00e7o geogr\u00e1fico dos rios, mas constitui uma forma de sociabilidade constru\u00edda historicamente por meio do trabalho, da cultura, da oralidade, dos conhecimentos tradicionais e das rela\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias.<\/p>\n<p>Ao analisar a comunidade do Rio Guajar\u00e1, em Afu\u00e1 (PA), observei que os processos educativos, os saberes transmitidos entre gera\u00e7\u00f5es e a pr\u00f3pria organiza\u00e7\u00e3o da vida coletiva est\u00e3o profundamente vinculados ao territ\u00f3rio e \u00e0s \u00e1guas (SANTOS, 2025, p. 17-20). A pesquisa evidenciou que os conhecimentos tradicionais s\u00e3o produzidos e compartilhados nos espa\u00e7os de conviv\u00eancia comunit\u00e1ria, como os trapiches, as casas das fam\u00edlias e os momentos de trabalho coletivo. A identidade ribeirinha se constr\u00f3i por meio daquilo que Oliveira e Mota Neto denominam &#8220;cultura da conversa&#8221;, em que os conhecimentos s\u00e3o transmitidos pela conviv\u00eancia, pela observa\u00e7\u00e3o e pelas narrativas compartilhadas (SANTOS, 2025, p. 19).<\/p>\n<p>Entretanto, a manuten\u00e7\u00e3o desse modo de vida enfrenta in\u00fameros desafios. Durante a pesquisa de campo, os moradores apontaram como problemas centrais a restri\u00e7\u00e3o de acesso \u00e0s pol\u00edticas p\u00fablicas, especialmente a aus\u00eancia de ensino m\u00e9dio na comunidade, a falta de forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica voltada ao manejo sustent\u00e1vel do a\u00e7a\u00ed e o acesso limitado \u00e0s novas tecnologias de trabalho (SANTOS, 2025, p. 18).<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a Amaz\u00f4nia continua submetida a fortes press\u00f5es decorrentes dos interesses econ\u00f4micos associados ao agroneg\u00f3cio, \u00e0 minera\u00e7\u00e3o, \u00e0 explora\u00e7\u00e3o madeireira, \u00e0 grilagem de terras e aos grandes projetos de desenvolvimento. A pesquisa demonstra que os conflitos territoriais s\u00e3o historicamente alimentados pela atua\u00e7\u00e3o de fazendeiros, grileiros, garimpeiros, empresas nacionais e internacionais e, muitas vezes, pelo pr\u00f3prio Estado, que favorece modelos econ\u00f4micos voltados \u00e0 explora\u00e7\u00e3o intensiva da natureza e dos territ\u00f3rios tradicionais (SANTOS, 2025, p. 26-29).<\/p>\n<p>Dessa forma, a sustentabilidade n\u00e3o pode ser compreendida apenas como preserva\u00e7\u00e3o ambiental. Ela envolve a garantia dos direitos territoriais, culturais, educacionais e sociais das popula\u00e7\u00f5es tradicionais. Sustentar uma comunidade ribeirinha ou quilombola significa assegurar condi\u00e7\u00f5es para que seus modos de vida, seus conhecimentos e suas formas pr\u00f3prias de rela\u00e7\u00e3o com a natureza possam continuar existindo e sendo transmitidos \u00e0s futuras gera\u00e7\u00f5es (SANTOS, 2025, p. 21-22).<\/p>\n<p><strong>MDH: Qual a import\u00e2ncia da justi\u00e7a social na educa\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p><strong>AGS<\/strong>: A justi\u00e7a social \u00e9 um princ\u00edpio fundamental para a constru\u00e7\u00e3o de uma educa\u00e7\u00e3o comprometida com a dignidade humana. A UNESCO defende que a educa\u00e7\u00e3o do futuro deve estar ancorada nos direitos humanos, na equidade e na inclus\u00e3o, constituindo um novo contrato social capaz de enfrentar desigualdades hist\u00f3ricas (UNESCO, 2022, p. 3; p. 151-153).<\/p>\n<p>Na mesma dire\u00e7\u00e3o, a Enc\u00edclica <em>Laudato Si&#8217;<\/em> afirma que n\u00e3o existem duas crises separadas uma ambiental e outra social, mas uma \u00fanica e complexa crise socioambiental (FRANCISCO, 2015, n. 139). Por isso, qualquer proposta educativa comprometida com a transforma\u00e7\u00e3o social precisa enfrentar simultaneamente as desigualdades sociais e os processos de degrada\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p>A justi\u00e7a social na educa\u00e7\u00e3o significa garantir acesso, perman\u00eancia e aprendizagem para todos, respeitando as diferen\u00e7as culturais, territoriais e hist\u00f3ricas. Significa reconhecer que comunidades quilombolas, ribeirinhas, ind\u00edgenas e perif\u00e9ricas produzem conhecimentos leg\u00edtimos e fundamentais para a constru\u00e7\u00e3o de futuros sustent\u00e1veis. Uma educa\u00e7\u00e3o orientada pela justi\u00e7a social forma cidad\u00e3os capazes de participar da vida democr\u00e1tica, defender direitos e contribuir para o cuidado da Casa Comum.<\/p>\n<p><strong>MDH: Mesmo o planeta estando em perigo, o documento fala das economias verdes em processo. Como elas funcionam?<\/strong><\/p>\n<p><strong>AGS<\/strong>: O documento afirma que os futuros da humanidade e do planeta s\u00e3o insepar\u00e1veis e que as atuais formas de produ\u00e7\u00e3o e consumo est\u00e3o pressionando os limites ecol\u00f3gicos da Terra (UNESCO, 2022, p. 1-3). Embora o relat\u00f3rio reconhe\u00e7a a necessidade de construir modelos econ\u00f4micos mais sustent\u00e1veis e ambientalmente respons\u00e1veis, considero importante problematizar o conceito de &#8220;economia verde&#8221;. A cr\u00edtica desenvolvida por autores do marxismo ecol\u00f3gico, especialmente Kohei Saito, contribui para compreender que muitas propostas de economia verde permanecem limitadas pelos pr\u00f3prios fundamentos do modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista.<\/p>\n<p>A economia verde procura reduzir impactos ambientais por meio de tecnologias limpas, energias renov\u00e1veis, cr\u00e9ditos de carbono, bioeconomia e mecanismos de mercado. No entanto, a cr\u00edtica marxista argumenta que essas iniciativas frequentemente mant\u00eam intocada a l\u00f3gica central do capitalismo: a necessidade permanente de acumula\u00e7\u00e3o, expans\u00e3o dos mercados e crescimento econ\u00f4mico cont\u00ednuo. Saito (2023), ao recuperar os estudos ecol\u00f3gicos tardios de Marx, demonstra que a crise ambiental n\u00e3o resulta apenas de escolhas tecnol\u00f3gicas inadequadas, mas de uma contradi\u00e7\u00e3o estrutural entre a din\u00e2mica de acumula\u00e7\u00e3o do capital e os limites ecol\u00f3gicos da natureza. O capitalismo depende da expans\u00e3o constante da produ\u00e7\u00e3o e do consumo, intensificando a explora\u00e7\u00e3o do trabalho humano e dos bens naturais.<\/p>\n<p>Nessa perspectiva, o conceito de economia verde pode funcionar como uma nova etapa da mercantiliza\u00e7\u00e3o da natureza. Florestas, rios, biodiversidade, sementes e at\u00e9 mesmo a capacidade de absor\u00e7\u00e3o de carbono da atmosfera passam a ser convertidos em ativos econ\u00f4micos negoci\u00e1veis. Em vez de superar a l\u00f3gica da explora\u00e7\u00e3o, corre-se o risco de atribuir novos valores de mercado \u00e0 natureza, incorporando-a ainda mais profundamente aos circuitos de acumula\u00e7\u00e3o do capital.<\/p>\n<p>Entretanto, a pr\u00f3pria UNESCO alerta que as transforma\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias n\u00e3o podem se limitar \u00e0 inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica ou ao crescimento econ\u00f4mico &#8220;verde&#8221;. \u00c9 preciso garantir que essas mudan\u00e7as estejam fundamentadas nos princ\u00edpios da equidade, da solidariedade e da justi\u00e7a social, evitando que os benef\u00edcios da transi\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica sejam apropriados por grupos econ\u00f4micos privilegiados (UNESCO, 2022, p. 12-15; p. 49-52).<\/p>\n<p>Na Amaz\u00f4nia, por exemplo, projetos relacionados a cr\u00e9ditos de carbono, bioeconomia e conserva\u00e7\u00e3o ambiental podem gerar benef\u00edcios importantes. Contudo, tamb\u00e9m levantam questionamentos sobre o controle dos territ\u00f3rios, a apropria\u00e7\u00e3o dos conhecimentos tradicionais e a autonomia das comunidades locais. A quest\u00e3o central n\u00e3o \u00e9 apenas a preserva\u00e7\u00e3o ambiental, mas quem controla os processos de transi\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica, quem se beneficia economicamente deles e quais interesses orientam sua implementa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por isso, o desafio n\u00e3o consiste apenas em tornar o capitalismo mais verde, mas em construir rela\u00e7\u00f5es sociais, econ\u00f4micas e ecol\u00f3gicas que respeitem os limites do planeta e coloquem a reprodu\u00e7\u00e3o ampliada da vida acima da acumula\u00e7\u00e3o de capital. Nessa dire\u00e7\u00e3o, uma economia somente poder\u00e1 ser considerada verdadeiramente sustent\u00e1vel quando combinar prote\u00e7\u00e3o ambiental, distribui\u00e7\u00e3o justa dos benef\u00edcios econ\u00f4micos, soberania dos povos sobre seus territ\u00f3rios e garantia dos direitos das popula\u00e7\u00f5es historicamente vulnerabilizadas.<\/p>\n<p>Como defende a UNESCO, a constru\u00e7\u00e3o de futuros sustent\u00e1veis exige uma profunda transforma\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es entre sociedade, economia, conhecimento e natureza, baseada na responsabilidade compartilhada e no cuidado com a vida em todas as suas formas (UNESCO, 2022, p. 151-153). Contudo, a partir da cr\u00edtica marxista ecol\u00f3gica, essa transforma\u00e7\u00e3o demanda tamb\u00e9m o questionamento das estruturas econ\u00f4micas que produzem, simultaneamente, desigualdade social e degrada\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p><strong>MDH: Sabendo que o Horto \u00e9 uma comunidade bicenten\u00e1ria e sofre com especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria de diversos n\u00facleos da burguesia, o que voc\u00ea enxerga de paralelo com as comunidades ribeirinhas e quilombolas?<\/strong><\/p>\n<p><strong>AGS<\/strong>: O principal paralelo \u00e9 a disputa pelo territ\u00f3rio. Tanto no Horto quanto nas comunidades ribeirinhas e quilombolas, o territ\u00f3rio n\u00e3o \u00e9 apenas um espa\u00e7o f\u00edsico. Ele representa mem\u00f3ria, identidade, pertencimento, cultura, rela\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias e modos espec\u00edficos de produzir a vida.<\/p>\n<p>Nos territ\u00f3rios tradicionais da Amaz\u00f4nia, os conflitos surgem diante do avan\u00e7o do agroneg\u00f3cio, da minera\u00e7\u00e3o, da explora\u00e7\u00e3o madeireira e da grilagem de terras. No Horto, a press\u00e3o ocorre principalmente por meio da valoriza\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria e dos interesses econ\u00f4micos associados \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o urbana. Em ambos os casos, h\u00e1 uma tentativa de transformar territ\u00f3rios historicamente habitados em mercadorias.<\/p>\n<p>O que une essas experi\u00eancias \u00e9 a resist\u00eancia. S\u00e3o popula\u00e7\u00f5es que lutam pelo direito de permanecer em seus territ\u00f3rios, preservar sua mem\u00f3ria coletiva e garantir que as presentes e as futuras gera\u00e7\u00f5es possam continuar (re)produzindo seus modos de vida. Assim como os povos ribeirinhos e quilombolas defendem seus rios, florestas e territ\u00f3rios ancestrais, os moradores do Horto defendem sua hist\u00f3ria, seus v\u00ednculos comunit\u00e1rios e seu direito \u00e0 cidade. A defesa desses territ\u00f3rios constitui uma express\u00e3o concreta de justi\u00e7a socioambiental, pois protege n\u00e3o apenas pessoas e culturas, mas tamb\u00e9m formas alternativas de rela\u00e7\u00e3o entre sociedade e natureza.<\/p>\n<hr \/>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/h2>\n<ul>\n<li>FRANCISCO. <em>Carta Enc\u00edclica Laudato Si&#8217;: sobre o cuidado da casa comum<\/em>. S\u00e3o Paulo: Paulinas, 2015.<\/li>\n<li>SANTOS, Arlete Gomes dos. <em>A forma\u00e7\u00e3o do trabalhador ribeirinho no ciclo de produ\u00e7\u00e3o do a\u00e7a\u00ed: trabalho, educa\u00e7\u00e3o e sociabilidade na comunidade do Rio Guajar\u00e1, Afu\u00e1 (PA)<\/em>. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Educa\u00e7\u00e3o). Universidade Federal Fluminense, Niter\u00f3i, 2025.<\/li>\n<li>SAITO, Kohei. <em>O capital no antropoceno<\/em>. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2022.<\/li>\n<li>UNESCO. <em>Reimaginar nossos futuros juntos: um novo contrato social para a educa\u00e7\u00e3o<\/em>. Bras\u00edlia: UNESCO; Fundaci\u00f3n SM, 2022.<\/li>\n<\/ul>\n                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4e91105 elementor-widget elementor-widget-bloque-blog-2\" data-id=\"4e91105\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-blog-2.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\n\n<!-- Bloque Blog -->\n<div class=\"container\">\n    <div class=\"row titulo-con-enlace\">\n        <div class=\"col-12\">\n            <h2 class=\"titulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">Postagens relacionadas<\/h2>                        <a href=\"https:\/\/oes.fundacion-sm.org\/eduforics\/\" data-aos=\"fade-right\" data-aos-duration=\"700\" class=\"enlace btn-arrow\" title=\"Ver mais\"><span>Ver mais<\/span><\/a>\n                    <\/div>\n    <\/div>\n<\/div>\n<section 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