Existe uma certa pedagogia dentro das estruturas sociais que naturaliza a subjugação de pessoas com base na cor da pele e na origem étnica; em outras palavras, somos ensinados diariamente a reproduzir atitudes racistas e sexistas. O autor argumenta que denunciar essa realidade cultural é um imperativo educacional e que um processo de formação social explicitamente antirracista, antimachista e ‘desnorteado’ é necessário para superar esse grave problema.
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