A Pedagogia de Jesus: fundamentos e características

03 agosto 2026
A pedagogia de Jesus revela-se como uma prática formativa integral, que articula linguagem, experiência, relação e transformação (imagem: iStock).

O artigo apresenta a Pedagogia de Jesus como uma pedagogia do encontro, marcada pelos aspectos relacional e contextual. É uma pedagogia notadamente inclusiva, que se aproxima da realidade, problematiza-a desde o cotidiano e interpela os participantes por atitudes responsáveis, fraternas e solidárias.  

A compreensão da pedagogia de Jesus exige um deslocamento em relação aos modelos formais de ensino vigentes em seu tempo, especialmente aqueles vinculados à tradição rabínica. Diferentemente dos mestres da Lei, cuja autoridade se apoiava na repetição da tradição e na institucionalidade do ensino, Jesus se apresenta como um mestre cuja autoridade emerge da experiência e da coerência entre palavra e prática. O Evangelho de Mateus explicita essa diferença ao afirmar que “a multidão se admirava da sua doutrina; porque os ensinava como tendo autoridade e não como os escribas” (Mt 7,28-29). Essa autoridade não institucional, mas existencial, revela uma pedagogia que não se sustenta na transmissão de conteúdos, mas na formação de sujeitos. 

Essa característica indica que a pedagogia de Jesus não pode ser compreendida a partir de categorias escolares tradicionais. Como observa Almeida (2017), há uma intencionalidade didática em sua prática, mas essa não se reduz a uma organização formal do ensino. Trata-se de uma pedagogia que se constrói no movimento da vida, na relação com o outro e na capacidade de provocar transformação. Nesse sentido, Jesus não ocupa apenas o lugar de transmissor de conhecimento, mas de mediador de processos formativos, no intuito de cativar e de fazer discípulos. 

Imagem produzida pelo autor, por meio de ChatGPT, para fins deste artigo, 2026.

Um dos elementos estruturantes da pedagogia de Jesus é seu caráter relacional e contextual, que se manifesta de modo evidente na constituição de seu público. Diferentemente dos mestres vinculados às elites religiosas de seu tempo, Jesus dirige sua ação pedagógica a sujeitos social e religiosamente marginalizados, rompendo com as estruturas de exclusão vigentes. A chamada de Mateus, cobrador de impostos (cf. Mt 9,9-13), explicita essa ruptura ao inserir no processo formativo aquele que era considerado impuro e indigno no contexto judaico. De modo semelhante, o diálogo com a mulher samaritana (cf. Jo 4,7-9) evidencia a superação de barreiras étnicas, religiosas e de gênero, revelando uma pedagogia que se constrói na relação com o outro concreto. Como apontam Correia Júnior e Silva (2020), a prática pedagógica de Jesus rompe com estruturas excludentes e se fundamenta na relação dialógica com sujeitos historicamente marginalizados, indicando que seu ensino não se limita a conteúdos, mas constitui-se como processo de reconhecimento do sujeito. 

Essa perspectiva se amplia ao considerar outros interlocutores da prática pedagógica de Jesus, como leprosos (cf. Mc 1,40-42), crianças (cf. Mc 10,13-16), mulheres e pecadores públicos, incluindo a mulher com hemorragia (cf. Mc 5,25-34) e a mulher considerada pecadora (cf. Lc 7,36-50). Tais encontros não apenas expressam compaixão, mas configuram uma pedagogia inclusiva que reconhece a dignidade dos sujeitos excluídos e os reinsere no espaço social e simbólico. Gouveia (2020) destaca que essa pedagogia implica um processo de reconstrução da identidade, no qual o sujeito é reconhecido em sua singularidade e potencialidade. 

Nesse sentido, a prática de Jesus aproxima-se da perspectiva freireana, segundo a qual a educação deve partir da realidade dos oprimidos e promover sua conscientização e libertação. Como afirma Freire (2002, p. 68), “ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”, indicando que o processo educativo se realiza na relação e na transformação da realidade. Assim, a pedagogia de Jesus não apenas inclui os excluídos, mas os constitui como sujeitos do processo formativo, antecipando princípios fundamentais de uma educação integral, crítica e emancipadora. 

Essa dimensão contextual da pedagogia de Jesus se expressa de modo privilegiado no uso das parábolas como instrumento pedagógico fundamental. Os Evangelhos sinóticos registram um número significativo dessas narrativas, evidenciando sua centralidade no ensino de Jesus. Estima-se que o Evangelho de Mateus contenha aproximadamente 23 parábolas (cf. Mt 13; 18; 20; 22; 25), Marcos cerca de 9 (cf. Mc 4; 12) e Lucas cerca de 24, sendo este o evangelista que mais preserva esse gênero discursivo (cf. Lc 10; 12; 15; 16; 18), enquanto o Evangelho de João, embora não utilize o termo parábola com a mesma frequência, apresenta discursos simbólicos com forte caráter figurativo (cf. Jo 10; 15). Esse conjunto evidencia que a linguagem parabólica não é periférica, mas estruturante da pedagogia de Jesus. 

Ao recorrer a imagens do cotidiano, como o semeador (cf. Mt 13,1-23), o bom samaritano (cf. Lc 10,25-37), o filho pródigo (cf. Lc 15,11-32) ou os trabalhadores da vinha (cf. Mt 20,1-16), Jesus não simplifica o conteúdo, mas o torna acessível a partir da experiência concreta dos ouvintes. Nesse sentido, as parábolas não operam como meros exemplos ilustrativos, mas como dispositivos pedagógicos que provocam deslocamentos interpretativos. Rodrigues (2019) afirma que a parábola funciona como “instrumento linguístico mediador”, pois não transmite um significado fechado, mas exige do sujeito uma atitude ativa de interpretação, implicando-o no processo de construção do sentido. Essa perspectiva é reforçada por Costa (2021), ao indicar que a pedagogia de Jesus se desenvolve a partir de uma dinâmica de aproximação à realidade do interlocutor, utilizando elementos de sua vivência para promover releituras mais profundas da existência. 

Tal compreensão encontra ressonância na pedagogia freireana, especialmente no que diz respeito à crítica à educação bancária. Para Freire (2002), o conhecimento não deve ser depositado no educando, mas construído na relação dialógica e na problematização da realidade. As parábolas, nesse sentido, operam como verdadeiros “temas geradores”, pois partem da realidade concreta dos sujeitos e os conduzem a uma reflexão crítica sobre ela. Ao invés de oferecer respostas prontas, Jesus convida o ouvinte a interpretar, decidir e posicionar-se, configurando uma pedagogia que valoriza a autonomia e o protagonismo do sujeito. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) assinala a necessidade de levar em consideração “As experiências das crianças em seu contexto familiar, social e cultural, suas memórias, seu pertencimento a um grupo e sua interação com as mais diversas tecnologias de informação e comunicação são fontes que estimulam sua curiosidade e a formulação de perguntas” (Brasil, 2018, p. 58). 

Desse modo, a linguagem parabólica revela-se como expressão privilegiada de uma pedagogia contextual, dialógica e formativa, na qual o conhecimento emerge da interação entre sujeito e realidade. Ao articular experiência cotidiana e profundidade simbólica, as parábolas constituem um recurso pedagógico que não apenas comunica, mas transforma, evidenciando que o ensino de Jesus se orienta não pela transmissão de conteúdos, mas pela formação integral do sujeito. 

Além das parábolas, o método de Jesus se caracteriza pelo uso constante de perguntas, que instauram um processo dialógico. Ao perguntar “quem dizem os homens que eu sou?” (Mc 8,27), Jesus não busca apenas uma resposta objetiva, mas provoca reflexão, levando o interlocutor a posicionar-se diante da realidade. Essa estratégia revela uma pedagogia que valoriza a problematização e a construção do conhecimento a partir do diálogo, aproximando-se de uma perspectiva que, como destacam Correia Júnior e Silva (2020), se fundamenta na dinâmica da práxis, entendida como movimento de reflexão e ação. 

Outro elemento central é a dimensão experiencial do ensino. Jesus não apenas comunica ideias, mas envolve os sujeitos em práticas concretas que possibilitam a aprendizagem pela experiência. O envio dos discípulos “dois a dois” (Mc 6,7) exemplifica essa dinâmica, na qual o aprendizado ocorre no exercício da missão. De modo semelhante, ao afirmar “se eu, sendo Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós também deveis lavar os pés uns dos outros” (Jo 13,14), Jesus transforma uma ação em princípio pedagógico, evidenciando que o conhecimento se concretiza na prática. 

Essa dimensão prática da pedagogia de Jesus está intrinsecamente ligada à formação ética, na medida em que o ensino não se reduz à transmissão de conteúdos, mas se realiza como princípio vivido e encarnado na existência. O mandamento “amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 13,34) explicita essa orientação ao deslocar o centro do processo educativo para a práxis do amor, compreendido como ação concreta e transformadora. Nessa perspectiva, a pedagogia de Jesus articula conhecimento e ética, configurando uma formação que envolve o sujeito em sua totalidade. Orofino (2002) sustenta que tal pedagogia possui uma dimensão ética constitutiva, pois seu ensino está orientado à transformação das relações humanas, superando uma lógica normativa para instaurar uma lógica de vida. 

Essa compreensão encontra forte correspondência na pedagogia freireana, especialmente em Pedagogia do Oprimido, na qual a educação é concebida como prática da liberdade e da humanização. Para Freire (2002), não há educação autêntica sem coerência entre palavra e ação, o que se expressa na exigência da “corporeificação das palavras pelo exemplo”. Tal princípio permite compreender que, assim como em Jesus, o ensino não se legitima pelo discurso, mas pela encarnação concreta daquilo que se anuncia. O amor, portanto, não é um conceito abstrato, mas uma prática vivida que fundamenta a relação pedagógica. Nesse sentido, a afirmação “ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos” (Jo 15,13) revela que o ato educativo se enraíza na doação e no compromisso com o outro, aproximando-se da exigência freireana de que educar implica um posicionamento ético diante da realidade. 

A valorização do indivíduo também se apresenta como traço marcante dessa pedagogia. Ao narrar a parábola da ovelha perdida (Lc 15,3-7), Jesus explicita uma lógica formativa que reconhece o valor singular de cada sujeito, mesmo aquele que se encontra à margem. Esse reconhecimento é aprofundado no encontro com a mulher samaritana (Jo 4,7-9), no qual Jesus rompe barreiras culturais, religiosas e sociais para estabelecer um diálogo autêntico. Gouveia (2020) interpreta esses movimentos como processos pedagógicos de reconstrução da identidade, nos quais o sujeito é acolhido em sua condição concreta e reconfigurado em sua dignidade. Tal perspectiva converge com a afirmação freireana de que a aprendizagem exige a apreensão da realidade, isto é, o reconhecimento crítico do mundo vivido como ponto de partida para a construção do conhecimento (Freire, 2002). 

A BNCC assinala que na educação básica, sobretudo no ensino fundamental, coocorre o período em que

  • as crianças estão vivendo mudanças importantes em seu processo de desenvolvimento que repercutem em suas relações consigo mesmas, com os outros e com o mundo. Como destacam as DCN, a maior desenvoltura e a maior autonomia nos movimentos e deslocamentos ampliam suas interações com o espaço; a relação com múltiplas linguagens, incluindo os usos sociais da escrita e da matemática, permite a participação no mundo letrado e a construção de novas aprendizagens, na escola e para além dela; a afirmação de sua identidade em relação ao coletivo no qual se inserem resulta em formas mais ativas de se relacionarem com esse coletivo e com as normas que regem as relações entre as pessoas dentro e fora da escola, pelo reconhecimento de suas potencialidades e pelo acolhimento e pela valorização das diferenças (Brasil, 2018, p. 58)

A perspectiva apresentada pela BNCC de e em processo. Quando a BNCC enfatiza o desenvolvimento da autonomia, da identidade e das relações com o outro e com o mundo, ela se aproxima de uma lógica formativa que, na prática de Jesus, se concretiza no encontro pessoal, no reconhecimento da dignidade e na valorização das potencialidades de cada indivíduo. A pedagogia de Jesus não opera pela imposição normativa, mas pela escuta, pelo diálogo e pela provocação de sentido, permitindo que o sujeito se descubra como protagonista de sua própria transformação. 

Nesse sentido, as mudanças vividas pelas crianças no Ensino Fundamental, descritas pela BNCC, podem ser compreendidas à luz de uma pedagogia que acolhe o processo, respeita o tempo e reconhece a singularidade. Jesus, ao se relacionar com diferentes pessoas em contextos diversos, evidencia uma prática educativa que integra dimensão cognitiva, afetiva e ética, favorecendo a construção de uma identidade que se afirma no coletivo sem perder sua unicidade. Assim, a valorização do ser humano, central na pedagogia de Jesus, ilumina a proposta da BNCC ao reforçar que educar não é apenas conduzir ao domínio de linguagens e conhecimentos, mas possibilitar que cada sujeito se reconheça como portador de dignidade, capaz de estabelecer relações mais justas, solidárias e conscientes no mundo em que vive. 

A proximidade, por sua vez, constitui elemento estruturante da relação pedagógica em Jesus. Ao afirmar “já não vos chamo servos, mas amigos” (Jo 15,15), ele rompe com uma lógica hierárquica e inaugura uma pedagogia fundada na confiança, na partilha e no reconhecimento mútuo. Essa mudança revela que o processo educativo não se constrói na distância entre quem ensina e quem aprende, mas na relação que se estabelece entre sujeitos que dialogam. Freire (2002) enfatiza que não há educação sem disponibilidade para o diálogo, sendo este um encontro entre sujeitos que buscam, juntos, compreender e transformar a realidade. Nesse sentido, o diálogo não é técnica, mas condição ontológica do ato educativo. 

A pedagogia de Jesus evidencia que ensinar exige querer bem aos educandos, princípio que também ocupa lugar central na reflexão freireana. Para Freire (2002), o amor é fundamento da prática educativa, pois é ele que torna possível o respeito, a escuta e o compromisso com o outro. Em Jesus, esse amor se manifesta na acolhida, na escuta, na inclusão e na entrega de si, configurando uma pedagogia que não apenas transmite saberes, mas forma sujeitos capazes de agir eticamente e de transformar a realidade. Assim, ao articular ética, relação e práxis, a pedagogia de Jesus converge com os saberes necessários à prática educativa em Paulo Freire, evidenciando que a formação integral exige a integração entre conhecimento, experiência e compromisso com a humanização. 

A pedagogia de Jesus se configura como práxis transformadora. Ela não se limita à compreensão da realidade, mas conduz à ação. Messias e Hansen (2021) destacam que essa pedagogia se opõe a modelos estáticos, configurando-se como uma “pedagogia da vida”, na qual o conhecimento se realiza na transformação da existência. Nesse sentido, a aprendizagem não se encerra no saber, mas se concretiza no agir. 

Dessa forma, a pedagogia de Jesus revela-se como uma prática formativa integral, que articula linguagem, experiência, relação e transformação.  Ela não transmite conteúdos de forma isolada, mas forma sujeitos capazes de compreender e transformar a realidade. Essa compreensão permite avançar para o diálogo com a Educação Integral, especialmente no contexto da BNCC, na medida em que oferece um referencial pedagógico que supera a fragmentação e promove o desenvolvimento humano em sua totalidade. 

A pedagogia de Jesus se estrutura como um processo formativo integral, no qual diferentes dimensões da experiência humana são mobilizadas de maneira articulada. Ao contrário de modelos transmissivos, centrados na exposição de conteúdos, o ensino de Jesus revela-se profundamente relacional, contextual, dialógico e experiencial. Nesse sentido, o processo educativo não se inicia na transmissão de saberes, mas no reconhecimento do sujeito, em sua história, em sua linguagem e em sua leitura de mundo. 


Diego Andrade De Jesus Lelis. Doutor e mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Graduado em Filosofia, Teologia e Geografia. Atua como coordenador de Pastoral, Pós-Graduação e Extensão no Claretiano Centro Universitário de Batatais, e como coordenador de Pastoral da Rede Claretiano de Educação. É religioso Missionário Claretiano. 

 

Referências 

  • ALMEIDA, Jarbas Lopes de. A pedagogia do Evangelho de Lucas. 2017. Tese (Doutorado em Teologia) – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2017. Disponível em: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/34558/34558.PDF. Acesso em: 28 fev. 2026.
  • BÍBLIA. Bíblia de Jerusalém. Nova edição, revista e ampliada. São Paulo: Paulus, 2002.
  • BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_publicacao.pdf. Acesso em: 28 fev. 2026.
  • CORREIA JÚNIOR, João Luiz; SILVA, Eunaide Monteiro de Almeida da. Uma interpretação da pedagogia de Jesus à luz da pedagogia de Paulo Freire. Revista de Cultura Teológica, São Paulo, ano XXVIII, n. 96, p. 292-309, maio-ago. 2020. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/culturateo/article/view/47501. Acesso em: 28 fev. 2026.
  • FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 42. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002.
  • GOUVEIA, José Geraldo de. A pedagogia da inclusão à luz do nome Cefas em João 1,42. Fragmentos de Cultura, Goiânia, v. 30, n. 3, p. 534-543, 2020. Disponível em: https://seer.pucgoias.edu.br/index.php/fragmentos/article/view/7768. Acesso em: 28 fev. 2026.
  • MESSIAS, Elvis Rezende; HANSEN, Jean Poul. Da “pedagogia das pedras” à “pedagogia da vida”. Encontros Teológicos, Florianópolis, v. 36, n. 3, p. 661-673, set./dez. 2021. Disponível em: https://facasc.emnuvens.com.br/ret/article/view/669. Acesso em: 28 fev. 2026.
  • OROFINO, Francisco. Um ensinamento novo transmitido com autoridade: a ética pedagógica de Jesus. Revista de Interpretação Bíblica Latino-Americana (RIBLA), Petrópolis, v. 20, n. 77, p. 49-54, 2002. Disponível em: https://www.servicioskoinonia.org/ribla/ribla77/05-orofino.pdf. Acesso em: 28 fev. 2026.
  • RODRIGUES, João Carlos Domingues dos Santos. A parábola como instrumento linguístico mediador na pedagogia de Jesus acerca do Reino. Entretextos, Londrina, v. 19, n. 1, p. 143-161, 2019. Disponível em: https://www.uel.br/revistas/uel/index.php/entretextos/article/view/33019. Acesso em: 28 fev. 2026. 

 


Este artigo corresponde ao segundo capítulo do Trabalho de Conclusão de Curso, intitulado A pedagogia de Jesus como inspiração para a promoção da educação integral na educação básica à luz da BNCC, apresentado pelo autor ao Curso de Licenciatura em Pedagogia, do Claretiano –Centro Universitário, na cidade de São Paulo-, no ano de 2026.